Primeiramente, uma emboscada brutal tirou a vida de um jovem de 22 anos na porta de uma barbearia no bairro Rio Marinho, em Vila Velha. De fato, a investigação conduzida pela DHPP local conseguiu desvendar todos os detalhes do crime e apontar os responsáveis pela execução de Luan Fernandes Manoel, ocorrida em 10 de janeiro.
Consequentemente, dois homens, de 25 e 28 anos, foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado e associação criminosa. Os resultados foram apresentados em coletiva na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória.
Tecnologia do Cerco Inteligente rastreou veículo do crime
Sem dúvida, o sistema Cerco Inteligente do Governo do Estado foi decisivo para solucionar o caso. Dessa forma, a ferramenta permitiu identificar o automóvel utilizado na ação criminosa, o que impulsionou as diligências policiais. Ou seja, a tecnologia de monitoramento viário acelerou significativamente a individualização dos envolvidos.
Suspeito dentro da barbearia avisou comparsa por celular
Nesse sentido, o delegado Cleudes Júnior revelou a dinâmica da emboscada. O investigado de 28 anos estava no estabelecimento e reconheceu a vítima. Além disso, ele imediatamente comunicou a localização ao comparsa de 25 anos, que chegou de carro minutos depois.
Em outras palavras, quando Luan subia em sua motocicleta, o atirador desembarcou e disparou diversas vezes. Certamente, a brutalidade chamou atenção: mesmo após a queda, o executor continuou atirando e usou a arma para arrancar o capacete da vítima.
Atirador deixou celular e carregador na cena do crime
Por outro lado, a pressa durante a fuga custou caro ao criminoso. Assim sendo, ele derrubou um carregador de pistola e o próprio aparelho celular próximo ao local. Portanto, esses objetos forneceram provas materiais contundentes que vincularam diretamente o suspeito à execução.
Disputa por arma de fogo motivou a vingança fatal
As apurações também revelaram que o crime teve origem em uma desavença ligada ao tráfico de drogas. Isto é, Luan havia se recusado a devolver uma arma de fogo a integrantes de uma facção rival, gerando o conflito que culminou em sua morte.
Finalmente, um dos investigados foi preso em outubro mediante mandado judicial. O segundo permanece foragido. A população pode colaborar anonimamente pelo Disque-Denúncia 181 ou diretamente na DHPP de Vila Velha. Toda informação recebida é tratada com absoluto sigilo.
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