Primeiramente, um caso que envolve tráfico de drogas e extrema violência doméstica chegou ao fim na delegacia de Marilândia, no Espírito Santo. De fato, o investigado de 47 anos acumula um histórico criminal extenso e práticas de crueldade que chocaram os próprios investigadores.
O suspeito havia sido capturado em flagrante no dia 13 de janeiro, no Conjunto Habitacional Honório Passamani. Nesse sentido, a Polícia Civil do Espírito Santo concluiu todas as apurações e formalizou o indiciamento por cinco crimes distintos.
Flagrante com crack e agressão a policial militar
Durante a operação policial, os agentes encontraram uma pedra bruta de crack em posse do suspeito. Consequentemente, ele tentou escapar da abordagem, ferindo um militar no processo. Dessa forma, as forças de segurança precisaram efetuar disparos para controlar a situação e efetivar a prisão.
Tortura sistemática contra a companheira em casa
Por outro lado, as investigações revelaram um cenário ainda mais grave dentro do ambiente doméstico. Segundo o delegado Leonardo Ávila, titular da DP de Marilândia, o indiciado submetia sua companheira a agressões frequentes e brutais. Ou seja, a violência ultrapassava qualquer limite imaginável.
Além disso, entre as práticas de crueldade apuradas estão perfurações com objetos cortantes, queimaduras nos dedos das mãos e a remoção forçada de uma unha utilizando alicate. Certamente, tais atos configuraram os crimes de tortura e estupro majorado, ambos enquadrados na Lei Maria da Penha.
Ficha criminal extensa com homicídio e roubo
Em outras palavras, não se trata de um réu primário. O homem possui registros anteriores por homicídio, roubo e tráfico de drogas, tendo cumprido vários anos de pena em regime fechado. Assim sendo, o perfil reincidente agrava significativamente sua situação judicial.
Inquérito segue agora para o Ministério Público
Finalmente, com a conclusão do inquérito policial, o indiciamento contemplou cinco crimes: tráfico de drogas, resistência, lesão corporal contra agente de segurança pública, tortura e estupro majorado. Portanto, toda a documentação foi encaminhada ao Ministério Público do Espírito Santo para análise e providências legais cabíveis. Sem dúvida, a expectativa é de que a Justiça aplique punição rigorosa diante da gravidade dos fatos apurados.
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