Instituto Localiza completa 1 ano com apoio a 45 projetos no Brasil

                        Com investimento direcionado em educação e empreendedorismo, organização visa potencializar transformação social por meio do apoio a organizações parceiras

Lançado com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento e a inclusão produtiva dos jovens brasileiros em oportunidades de trabalho e renda, o Instituto Localiza completa 1 ano de existência neste mês com 45 projetos apoiados que já impactam a vida de mais de 10 mil pessoas por todo o Brasil. A organização busca impulsionar a educação e o empreendedorismo com o propósito de “unir pessoas pela transformação social”.

“A criação do Instituto foi um importante passo para colaborar com o avanço na gestão de temas sociais voltados para comunidades em situação de vulnerabilidade social, sustentada pela diretriz da Localiza em ser uma empresa cidadã e incorporando cada vez mais aspectos de desenvolvimento sustentável em sua gestão. Queremos gerar cada vez mais valor social para a sociedade, atuando como um catalisador de forças ao lado de outras organizações, amplificando as ações e projetos de entidades que contribuem para novos caminhos para os jovens brasileiros”, ressalta Alessandra Peixoto, diretora do Instituto Localiza.

Logo ao início de suas atividades, o Instituto Localiza lançou seu primeiro edital, o ‘Juventude em Movimento’. A iniciativa previu a seleção de iniciativas espalhadas pelo Brasil que capacitam jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, dando-lhes acesso a oportunidades de inclusão produtiva e empreendedorismo. Foram distribuídos R$ 2,5 milhões para 24 projetos aprovados, em todas as regiões do país. Entre os beneficiários estiveram organizações como o Instituto de Oportunidade Social (IOS), Comitê para Democratização da Informática (RECODE), Generation Brasil, Instituto Capim Santo, Ambulatório da Providência, Movimento Black Money, entre tantos outros.

Cada iniciativa é acompanhada mensalmente pelo Instituto, levando em consideração suas metas, desafios e indicadores de desempenho. E a escolha do jovem como protagonista dos projetos apoiados pelo Instituto não foi por acaso. Para definir o foco de ação do Instituto Localiza, foi feita uma escuta ativa em comunidades por todo o país, revelando grandes desafios enfrentados por jovens, que se refletem na vulnerabilidade social e econômica, entre outras manifestações percebidas. A preocupação com o futuro dos jovens que já não estão na escola e continuam sem oportunidades no mercado de trabalho foi muito ressaltada pelas comunidades. E por isso, a busca de um caminho para contribuir com a autonomia e a qualidade de vida dos jovens e consequentemente de suas famílias e suas comunidades. Portanto, dos 45 projetos apoiados até o momento pelo Instituto Localiza, 90% têm como foco jovens e 81% fomentam a educação e a inclusão produtiva deles.

Uma das áreas dos projetos apoiados pelo Instituto é a Tecnologia da Informação (TI). Segundo estudos avaliados pelo Instituto, quatro milhões de moradores de periferia querem investir em algum negócio, sendo que empreendedores com recursos digitais chegam a ter renda 151% maior do que os não digitais. Como a tecnologia também é presente na história da Localiza, que, inclusive, possui o LocalizaLabs, um laboratório de tecnologia e ciência de dados, com o objetivo de aprimorar a experiência do consumidor, fez todo sentido que o Instituto elegesse projetos para entregar à sociedade aquilo que acredita ser um grande agente de transformação.

Neste primeiro ano, o Instituto também atuou no apoio a projetos desenvolvidos com áreas internas e parceiros da Localiza, como o programa ‘Na Rota’, com a Central de Reservas da companhia, com o objetivo de promover a capacitação e contratação de moradores das comunidades vizinhas à sede, no bairro Cachoeirinha, em Belo Horizonte (MG), para funções de atendimento ao cliente. O Instituto também apoiou o LocalizaLabs para o projeto ‘Garota Tecnológica’, que mobiliza alunas de escolas públicas para um projeto voltado ao ensino da tecnologia, e o “Mulheres na Cor” da AkzoNobel, – que promoveu a capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade para a prática da pintura automotiva no ABC Paulista, segmento ocupado majoritariamente por homens.

 

fonte: InPress

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