Primeiramente, imagine uma escola inteira transformada em laboratório vivo de sustentabilidade. Foi exatamente isso que aconteceu na EEEFM Hildebrando Lucas, em Vitória, onde alunos de todos os turnos protagonizaram a feira de ciências “Repensando o Plástico”. De fato, o evento uniu consciência ambiental e educação inclusiva de maneira inspiradora.
A iniciativa nasceu do Projeto Integrador de Pesquisa e Articulação com o Território (Pipat), conduzido pelo professor de Geografia Tiago Vieira. Além disso, docentes de Ciências da Natureza e o professor de Matemática Eduardo Cosme Borges ampliaram a proposta, garantindo uma abordagem interdisciplinar sobre os impactos do plástico no planeta.
Salas temáticas despertaram o pensamento crítico
Sob coordenação da professora de Biologia Carla Banhos Bisi, os espaços foram organizados em ambientes temáticos. Nesse sentido, os estudantes apresentaram maquetes, experimentos, instalações artísticas e pesquisas sobre decomposição e reciclagem. Consequentemente, a metodologia de aprendizagem baseada em projetos colocou cada jovem como protagonista da construção do conhecimento.
Inclusão e sustentabilidade caminharam juntas
Certamente, um dos momentos mais marcantes envolveu o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Por exemplo, garrafas PET viraram brinquedos “vai-e-vem”, tampinhas foram transformadas em bonecos e bilboquês personalizados ganharam forma. Dessa forma, aspectos motores, cognitivos e sociais foram estimulados respeitando as potencialidades de cada aluno.
“Nosso principal desafio foi tirar a discussão da teoria e trazê-la para a realidade tangível dos estudantes”, destacou a professora Carla. Em outras palavras, a escola se converteu em espaço concreto de transformação socioambiental.
Estudantes levam consciência ambiental para casa
A aluna Clarice Pereira da Silva, da 2ª série, afirmou que a feira mudou sua visão sobre escolhas cotidianas. Por outro lado, Drieli Thomaz Jorge, da 3ª série, foi além: “Agora sou a ‘chata’ do consumo consciente em casa.” Assim sendo, o evento provou que educação ambiental gera cidadãos verdadeiramente comprometidos com o futuro.
Finalmente, a experiência da Hildebrando Lucas demonstra que sustentabilidade e inclusão, quando integradas ao currículo escolar, produzem aprendizados que ultrapassam os muros da escola e transformam comunidades inteiras.
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