Desmantelam rede de exploração sexual de menores em Vila Velha

Primeiramente, uma operação policial realizada na noite de segunda-feira (22) resultou no flagrante de um esquema criminoso que vitimava adolescentes no bairro Barramares, em Vila Velha. De fato, a ação batizada de Operação Anjo Protetor conseguiu resgatar três jovens e prender o responsável pelo aliciamento.

A investigação teve origem em relatos anônimos enviados ao Disque-Denúncia 181, que indicavam atividades suspeitas em um imóvel residencial. Consequentemente, a Subsecretaria de Inteligência da Sesp e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) uniram forças para confirmar os crimes e planejar a abordagem.

Imóvel disfarçado escondia casa de prostituição

Ao adentrarem o local, os agentes encontraram duas meninas de 13 anos e uma de 14 em condições degradantes. Ou seja, o espaço que aparentava ser uma moradia comum funcionava, na verdade, como ponto de exploração sexual. Além disso, o delegado Marcelo Cavalcanti revelou que o suspeito utilizava redes sociais para atrair as vítimas, oferecendo bebidas alcoólicas como estratégia de aproximação.

Nesse sentido, a investigação apurou que cada programa custava R$ 250, sendo R$ 50 destinados ao explorador. Sem dúvida, o cenário encontrado chocou até policiais experientes, com sujeira extrema e insalubridade no cômodo onde os abusos ocorriam.

Inteligência identifica ao menos mais cinco vítimas

Por outro lado, o trabalho investigativo não se encerrou com o flagrante. Dessa forma, a DPCA já rastreia outras cinco possíveis vítimas, incluindo uma criança de apenas 11 anos. O preso foi autuado por rufianismo, manutenção de casa de prostituição e exploração sexual de menores.

Novo modelo integrado promete operações semanais

O subsecretário de Inteligência, delegado Jordano Leite, anunciou que operações noturnas e em finais de semana passarão a ocorrer semanalmente. Assim sendo, o objetivo é acelerar respostas contra crimes envolvendo crianças e adolescentes.

Finalmente, as adolescentes resgatadas receberam atendimento psicossocial imediato. O Conselho Tutelar assumiu o acompanhamento, encaminhando cada jovem à família ou ao acolhimento institucional conforme avaliação individual. Certamente, a colaboração cidadã por meio de denúncias anônimas permanece essencial para proteger os mais vulneráveis.

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