Saiba em quem “NÃO VOTAR”.

Tão importante, quanto saber escolher boas características de um bom político, para escolhe-lo para votar, é saber identificar as principais características negativas, pelas quais não devemos não votar neles.

 

 

EVITEM POLITICOS COM FALTA DE EMPATIA

O problema da falta de empatia. Antes de mais nada precisamos compreender que alguns Transtornos Mentais tem por característica e Falta de Empatia. De antemão, vamos compreender o que é empatia. A empatia, é classificada como a capacidade de se colocar no lugar dos outros, e compreender os respectivos sinais eles fazem uso para comunicar as suas emoções, e serem devidamente capazes de entende-las e compreende-las, a partir de sua perspectiva, o que dá a capacidade à uma pessoa de experimentar simpatia e compaixão.

Contudo, há dois principais tipos bem diferentes de empatia:

A Empatia Cognitiva e a Empatia Afetiva.

 

FALTA DE EMPATIA COGNITIVA

A empatia cognitiva, é a capacidade de reconhecer entender e compreender o estado emocional das outras pessoas e até animais. Indivíduos que não têm empatia cognitiva, não serão capazes de ler as emoções que os outros estão sentindo e/ou depois de saber como eles estão se sentindo. Tais pessoas, sempre terão uma tremenda dificuldade em entender por que eles estão se sentindo como estão. E comumente não são capaz de colocar-se no lugar dos outro. No entanto, uma vez que eles conseguem entender o sentimentos alheios, podem ser capazes de ter empatia emocional com eles.

FALTA DE EMPATIA EMOCIONAL

Empatia emocional é a capacidade de compartilhar as experiências emocionais dos outros, sendo afetados por elas e ser capaz de responder com uma emoção apropriada. Pessoas que não possuem empatia emocional podem inferir e entender o que os outros estão sentindo; eles podem até mesmo saber o que aquela emoção deveria causar neles como resposta, mas eles simplesmente não a sentem, o que os torna incapazes de se relacionarem normalmente  com outras pessoas, embora dependendo do transtorno eles serão capazes de imitar e fingir empatia.

 

EVITEM POLITICOS QUE PRATICAM MANIPULAÇÃO

Em primeiro lugar, a ciência descreve os  manipuladores como portadores de personalidades amigáveis ​​e atraentes, que antes de mais nada, sabem com maestria como lisonjear e encantar as pessoas aos quais querem manipula as transformando em suas vitima. Acima de tudo os manipuladores conseguem conduzir seus objetos de manipulação, os tratando com gentileza à até o ponto em que viram suas presas, e os vão levando à um círculo infernal, onde constantemente se desvalorizará e se sentirá culpado até mesmo por coisas que não fez. Este esmagamento do outro serve para se sentir superior e mais forte. Eles consideram os indivíduos como meros peões, que usam como desejam. Essas personalidades tóxicas podem causar estragos na psique de suas vítimas, e é por isso que devemos aprender a reconhecê-las. Além disso, eles não têm nenhum efeito e não estão cientes de prejudicar os outros. Por outro lado, eles sabem muito bem que têm muita influência.

Como reconhecer um manipulador:

Manipuladores sabem muito bem como desempenhar um papel. Além disso, sua vida é uma cena de teatro real. Muito sedutor, visto de fora, eles são considerados indivíduos perfeitos que poderiam ser invejados, mas tudo isso é um chamariz. Eles têm diferentes facetas, e se movem rapidamente de uma para outra. Por exemplo, são capazes de humilhar e diminuir suas vítimas diariamente, mas também dizer-lhes que querem apenas sua felicidade. Eles podem ser muito engraçados e bem vivos, mas isso continua sendo uma técnica manipuladora. Eles mudam suas mentes com frequência, seu discurso é evasivo, e eles dizem muitas mentiras. Além disso, eles podem ser muito ciumentos. Se você pensa que é vítima de um manipulador, certamente não pode mais se expressar ou agir livremente, e você não deve se sentir muito sereno em sua presença. Então, você deve fazer tudo para sair das garras dessa pessoa para salvar seu equilíbrio físico e mental.

 

EVITEM POLITICOS QUE AJEM IRRESPONSABILIDADE E IMPULSIVIDADE


Antes de tudo, compreende-se que a irresponsabilidade, caracteriza-se exatamente quando não há responsabilidade, não há compromisso com o que é feito. Geralmente acompanhando de imaturidade, muitas vezes inconsciência, que levam a uma grande incredibilidade, e por muitas vezes é caracterizada por uma tremenda má fé, e uma brutal desonestidade intelectual.

Do mesmo modo, que a impulsividade é descrita obviamente como um estado ou qualidade, de quem é impulsivo. Assim como é um estado onde a pessoa que tem tendência de agir com impulso, inconscientemente.

 

EVITEM POLITICOS CARACTERISTICAS DE NARCISIMO

Antes de mais nada, é necessário compreender o que realmente é o “Transtorno de personalidade narcisista”.

De ante mão “Transtorno de personalidade narcisista” é caracterizado por um padrão invasivo de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, que começa na idade adulta e está presente em uma variedade de contextos. Indivíduos narcisistas são caracterizados por fantasias irreais de sucesso e senso de serem únicos, hipersensibilidade à avaliação de outros, sentimentos de autoridade e esperam tratamento especial.

Frequentemente, pessoas com narcisismo apresentam sentimento de superioridade, exagero de suas capacidades e talentos, necessidade de atenção, arrogância e comportamentos autorreferentes. Exibem exagerada centralização em si mesmos, geralmente acompanhada de adaptação superficialmente eficaz, adaptam-se às exigências morais do ambiente como preço a pagar pela admiração; porém, tem sérias distorções em suas relações internas com outras pessoas.

Atualmente utiliza-se critérios diagnósticos que devem estar presentes de maneira persistentes desde adolescência, para que o especialista possa dizer realmente que o paciente tem transtorno de personalidade narcisista. Em geral, é preciso que ao menos cinco das características abaixo estejam presentes:

  • Sentimento grandioso da própria importância (por exemplo, exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis
  • Preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal
  • Crença de ser “especial” e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada
  • Exigência de admiração excessiva
  • Sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas
  • Explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos
  • Ausência de empatia: reluta em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias
  • Frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia
  • Comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.

Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-de-personalidade-narcisista

 

EVITEM POLITICOS QUE CONTAM MENTIRAS PATOLOGICAS

Mentiroso patológico: saiba o que é, como identificar.

 

De antemão, todos nós em algum momento de nossas vidas, já nos deparamos com pessoas que parecem criar um mundo surreal nas histórias que contam. Ou já nos deixamos levar por mentiras, tão bem enredadas que, quando descobrimos que era uma farsa, nos sentimos ingênuo por acreditar. Se isso aconteceu, você também, certamente você pode ter se deparado com um mentiroso patológico, ou mitomaníaco. A mitomania é uma doença real, e muitos especialistas afirmam que não é apenas justificativa para mau-caratismo. Quem tem esse transtorno, mente patologicamente e impulsivamente, sem pensar no porquê ou para quê, mente e engana tanto os outros.

Desde já, a Mitomania é uma compulsão desenfreada pela mentira. Além disso o mentiroso patológico é aquele que mente por compulsão. De acordo com os especialistas, trata-se de um problema psicológico conhecido como mitomania, também chamado de mentiroso obsessivo-compulsivo. Pessoas com essa desordem não têm um nível adequado de consciência, chegam a perder a dimensão da realidade e tendem a misturar fantasia e fatos da vida real em suas histórias, e em sua própria mente.

Ao contrário dos sociopatas, o mentiroso patológico nem sempre tem a intenção de manipular o seu interlocutor ou tirar alguma vantagem com as histórias que inventa. Na maioria dos casos, ele é guiado apenas pela necessidade de mentir, sem esperar nenhuma recompensa externa.

Assim como não querem se beneficiar com suas mentiras, os mitomaníacos também parecem não se incomodar com a possibilidade de serem desmascarados. É como se os sentimentos de culpa e vergonha, não fizessem parte de seu repertório emocional.

A mente humana é extremamente complexa e entender a origem psicológica da mitomania ainda é o objetivo de muitos especialistas e estudiosos da área. Até o momento, existem apenas teorias sobre o que existe por trás desse problema. O que se sabe, até agora, é que a mentira obsessivo-compulsiva está muito mais associada à impulsividade do que a um comportamento planejado e calculista. Percebe-se, também, que pessoas com certos transtornos de personalidade têm mais propensão para apresentar sinais de mitomania, como nos casos de:

  • Transtornos de Personalidade Borderline;
  • Sociopatia — ou Transtorno de Personalidade Antissocial;
  • Transtorno de Personalidade Narcisista;
  • Transtorno Opositivo-Desafiador e Transtorno de Conduta — os quais são identificados na infância e adolescência.

Os traços do mentiroso patológico

Da mesma forma, existem certas maneiras cientificas de identificar quando alguém conta uma mentira. É possível perceber alterações, principalmente na linguagem não-verbal do indivíduo. Assim como, alguns exemplos de atenção que se deve ter para identificar um mentiroso são:

  • olhar atentamente para as expressões faciais da pessoa;
  • observar movimentos do corpo que indiquem ansiedade, como pés e mãos agitadas;
  • perceber mudanças repentinas no tom de voz;
  • reparar se o indivíduo é capaz de sustentar o contato visual e quais são os sinais que ele transmite com o olhar.

Contudo, essas técnicas de leitura do movimento corporal nem sempre têm efeito quando se trata de analisar um mentiroso patológico, pelo simples fato de que muitos mitomaníacos não demonstram reações emocionais como a maioria das pessoas mentalmente saudáveis. Da mesma forma, eles podem ser desprovidos de empatia e, por isso, não se importam nem um pouco com os sentimentos alheios e com as consequências de suas mentiras.

FONTE: https://www.sbpi.org.br/mentiroso-patologico-saiba-o-que-e-como-identificar-e-tratar/

 

EVITEM POLITICOS COM CHARME SUPERFICIAL

Chame superficial na política

 

“À primeira vista, o charme, a apresentação carismática combinada às características manipuladoras e insensibilidade acabam sendo características que tornam um indivíduo bem-sucedido na política.

No artigo analisado aqui é usado o exemplo do personagem de ficção que compõe a série “House of Cards” para explicar mais sobre o assunto. Trata-se de uma série de ficção sobre os bastidores da política norte-americana, centrada na vida de um congressista americano chamado Frank Underwood. A série descreve a ambição política do personagem em se tornar presidente dos Estados Unidos, assim como o percurso para tentar chegar a este objetivo. O personagem é mostrado como manipulador, lidando de forma cruel com as pessoas. Ele exemplifica como um político psicopata bem-sucedido seria realmente.

Na série, Frank é mostrado como um político de sucesso, duro e insensível, obcecado pelo controle e poder. Contudo, é ao mesmo tempo carismático e charmoso, sabendo como manipular os outros de forma brilhante. Para preencher sua necessidade de controle, usa várias habilidades: charme, humilhação, mentiras cruéis, intimidação, intensificação gradual de ataques verbais, fingir empatia e preocupação e comunicação manipuladora. Torna-se claro que, para ele, as pessoas servem apenas com um propósito: são ferramentas através das quais consegue atingir seus objetivos. A combinação desses traços comportamentais, associada à habilidade de planejamento engenhoso e sua capacidade de prever alguns acontecimentos o ajudam a alcançar a posição que almeja. A vida emocional do personagem parece estável, contudo, é superficial. Ele aparenta experimentar emoções reais apenas quando sente raiva porque algo não ocorreu do modo planejado ou satisfação quando atinge sua meta. Também possui boa capacidade de encenar uma série de emoções, que podem ser facilmente trocadas de acordo com as circunstâncias.

Contudo, este personagem não apresenta características impulsivas ou de perda do autocontrole. Ao contrário, é extremamente calculista e focado em seu objetivo. Com isso, não cumpre algumas das características descritas para um psicopata (PCL-R). Isso é um contraste com uma série de outros tipos de psicopatas que se encontram presos e que possuem altos níveis de impulsividade, estilo de vida parasítico, pobre controle emocional, falta de objetivos ou planos realistas a longo prazo. Os autores do artigo defendem que ele se enquadra num outro subtipo de psicopatia: o líder. Este poderia ser definido como um tipo com manifestações de alto-funcionamento de uma psicopatia “não-criminal”. É um grupo marcado por ser menos impulsivo, possuir mais autocontrole, maior capacidade de reflexão sobre seu comportamento, conseguindo planejar melhor suas ações. São charmosos, carismáticos, astutos, capazes de se apresentarem com eloquência, inteligência e habilidade social. Não se afetam por sentimentos como culpa, vergonha ou empatia. São orientados para um determinado objetivo e sentem-se satisfeitos em posições de poder e controle.

O que os caracteriza são três aspectos principais: são destemidos (há uma hiporresponsividade do instinto de luta-ou-fuga); possuem altas habilidades nas funções executivas (determinadas pelo autocontrole) e apresentam sintomas afetivos e interpessoais clássicos do transtorno (insensibilidade; falta de empatia, remorso ou culpa; emoções superficiais; não se responsabilizam por suas atitudes; charme superficial; uma visão grandiosa de si; mentira patológica; destreza; comportamento manipulador). Com estas características reunidas, esse tipo de líder torna-se muito competente em manter as aparências em qualquer papel que precise atuar.

Com isso, o protagonista da série, Frank Underwood, acaba se enquadrando nas características acima e no tipo de líder psicopata. Na série, é possível observar uma baixa resposta fisiológica aos acontecimentos extremos. Após um conflito ou briga, ele não demonstra sinais de estar estressado ou ao menos chateado com a situação. Isso associado às mudanças de humor quando necessário para conseguir o que quer e à sua postura pouco afetada ao dizer mentiras ou admitir que as disse sugere uma hiporresponsividade do modelo de luta-ou-fuga. Isso torna-se mais claro quando em determinado momento da série ele comete o assassinato da jornalista com quem mantinha um relacionamento. Neste momento, ele aparece totalmente calmo durante e após o ocorrido.

Em outros momentos, observa-se sua postura mudando gradualmente ao atacar uma pessoa. Possui também capacidade de alterar o humor para provocar uma ressonância emocional nos outros a fim de conseguir maior controle sobre seu comportamento. Atua de forma direcionada para a conquista de seus objetivos. Tudo isso indica boas habilidades na função executiva, especialmente no autocontrole. Isso pode ser exemplificado quando em outro momento da série, tenta intimidar a secretária de estado norte-americana, admitindo que já matou duas pessoas e rindo disso. A seguir, sugere que ela faça o que ele pede, pois ele nunca se esqueceria caso ela o contrariasse.

Já os sintomas afetivos e interpessoais mostram-se presentes em quase todos os episódios. A insensibilidade, as emoções superficiais e a falta de empatia já podem ser observadas na primeira cena da série, quando mata um cachorro com as próprias mãos. Nesta hora, ele se explica para a câmera de forma racional e não se mostra abalado. É simplesmente um trabalho que deve ser feito. Sempre que é acusado de tomar uma decisão política ruim, ele não assume a responsabilidade por seus erros. Para ele, esses eventos só são considerados erros pelos outros. Lidar com os erros não é assumir a responsabilidade pelos mesmos, mas entendê-los como uma inconveniência e disfarçá-los ou culpar outros por eles.

O glamour e o charme superficial também o definem. Ele conquista as pessoas fingindo simpatia ou amizade ou fazendo favores pessoais para que possa ter o controle sobre elas. Suas habilidades na comunicação são usadas para manipular pessoas através de metáforas. Com isso, ele impressiona como um homem forte e inteligente.

A mentira patológica, a destreza e o comportamento manipulador também são bem claros ao longo de todo o programa. Ele está constantemente mentindo para os outros – inclusive para sua mulher – com tanta naturalidade como se ele mesmo acreditasse na própria mentira. Não há vergonha, culpa ou remorso: as mentiras são apenas os meios para se chegar a um fim. O senso de grandiosidade também é bastante presente: ele deveria ser presidente e está convencido de que será.”

FONTE: https://pebmed.com.br/psicopatia-na-politica/

 

EVITEM POLITICOS QUE NÃO SENTEM ARREMPENDIMENTOS

Cuidado e atenção redobrada com políticos que sente ausência de culpa

 
Antes de mais nada, uma pessoas que tem por característica a ausência de culpa, algo que no senso comum é notavelmente marcante nos psicopatas. De antemão, vários pesquisadores afirmam que um psicopata é uma pessoas que não se arrepende do que faz e nem aprende com os erros, pelo contrário, continua a cometê-los ferindo ou não outras pessoas.

Do mesmo modo, estes indivíduos demonstram inflexibilidade e teimosia no comportamento, eles não se importam com os estragos que causa na vida de terceiros para conseguirem seus objetivos, e continuam a ter o mesmo comportamento mesmo massacrando a vida das pessoas que cruzam o seu caminho. Quando reveladas as coisas quem esse tipo de gente realiza, eles(as) tende a repensar maneiras de aplicar o mesmo comportamento e é ainda possuído por um enorme sentimento de  vingança.        

                                                                                                                                  
Antes de tudo, tais tipos de pessoas não temem punições por terem a certeza que tudo o que fazem tem um propósito benéfico. Quando são denunciados, recusa-se a reconhecer e assumir seus atos desprezíveis, e os danos causados aos outros para obterem êxito em seus propósitos. No máximo, em uma impossibilidade de fugir de sua responsabilidade, simula uma mudança de carácter, para mais tarde voltar aos padrões comportamentais que lhe são característicos. Estes indivíduos jamais sentem remorsos ou sentimentos de culpa, apenas por atitudes não cometidas. Tais pessoas são egocêntricas e megalomaníacas, que colocam sempre a culpa nos outros. Não apresentam nenhum encargo de consciência, remorso nem arrependimento.

 

EVITEM POLITICOS QUE SENTEM TEDIO E BUSCA POR AVENTURAS

“O cérebro dessas pessoas não só produz uma quantidade superior dessa substância, quanto precisa de mais e mais dopamina. Para quem não sabe, esse neurotransmissor ativa os sentimentos de recompensa no cérebro e causa sentimentos bem parecidos com que costumamos sentir ao nos apaixonar ou terminar uma seção de exercícios.

É por esse motivo que pessoas com tais transtornos de personalidade, não medem consequências para conseguir o que querem e para fazer coisas que lhes dão prazer, como controlar pessoas ou mesmo matar. Pelo menos foi isso que os estudos realizados na Universidade de Vanderbilt, em Nashville, nos Estados Unidos; concluíram recentemente.”

FONTE: https://segredosdomundo.r7.com/8-curiosidades-sobre-psicopatas-que-voce-nao-sabe/

 

EVITEM POLÍTICOS QUE PRATICAM AGREÇÃO E ABUSO PSCOLÓGICO

Acima de tudo, a violência psicológica classificada como uma forma grave de agressão, que não utiliza o contato físico. No entanto, pode deixar sequelas muito mais graves na psique da vítima. Ao passo que é uma forma muito eficaz de exercer poder sobre os outros. Frequentemente quando ouvimos falar em agressão, normalmente o primeiro pensamento que nos vem a cabeça é a agressão física. Ou seja, o ato de bater em alguém. Sem dúvida nenhuma, este é um tipo de agressão e uma das piores, bater em alguém atinge não só o físico, como também o psicológico de ambos os lados. Já a agressão psicológica é ocasionada por muitas outras situações, e pode ser muito mais grave do se imagina.

A chamada violência psicológica é toda agressão realizada sem a utilização de contato físico entre as pessoas. Pode acontecer através de uma ou mais pessoas por vez, e se manifesta basicamente de forma verbal: desqualificações, humilhações, desvalorizações, menosprezos, etc… Estas condutas são prejudiciais à vítima a nível emocional e podem ocorrem em todos os âmbitos: familiar, escolar, social, profissional, etc… Em muitos casos esta violência pode começar de forma sutil, e ir impactando a pessoa pouco a pouco, de forma que esta não se dá conta, até que se encontre sob o controle do outro, de forma dependente, com medo, coagida.

É uma forma muito grave de violência, pois afeta e prejudica diretamente a psique da pessoa. O dano físico deixa marcas visíveis, enquanto que o dano psicológico não pode ser visto, deixando marcas profundas na personalidade do indivíduo, assim como em sua razão e julgamento. Em alguns casos, esta violência também aparece de forma conjunta à violência física, sexual, etc… Principalmente, procura diminuir ou eliminar os recursos internos que a pessoa afetada possui para reagir às diversas situações da vida cotidiana.

 

Exemplos de violência psicológica

Alguns exemplos de violência psicológica são: 

  • Ameaça: gera medo e restringe as ações da vítima. Alguns casos graves são penalizados por lei.
  • Chantagem: forma de controle que utiliza o medo ou a culpa.
  • Humilhação: ações degradantes direcionadas a entes queridos ou desconhecidos.
  • Monopolizar a tomada de decisões: não deixar que o outro também participe na tomada de decisões sobre alguma questão: controle do dinheiro, gestão do tempo, trabalho…
  • Controle: se o controle é excessivo, pode acabar transformando-se em uma forma de violência psicológica.
  • Insultos: humilhação.
  • Comparações desqualificadoras: apontar defeitos de forma frequente e comparar a pessoa com outra pode se converter em uma forma de violência psicológica.
  • Gritos: as discussões são normais nos relacionamentos, porém, gritos constantes não são, e podem ser considerados violência psicológica.
  • Controle da imagem: o controle da imagem realizado através de humilhações, coações, ameaça… se converte em uma forma de violência psicológica.
  • Provocações: as provocações que transpassam a confiança e que buscam prejudicar e humilhar, são uma forma de violência psicológica.
  • Moralização: associada à chantagem e à humilhação, está relacionada com a demonstração de superioridade moral de forma constante.
  • Crítica: reiteradas e constantes, prejudiciais, que não buscam ajudar, mas sim destruir.
  • Negar as percepções ou sentimentos do outro: desqualificar os sentimentos (de tristeza, de solidão, de alegria) de alguém de forma sistemática, provoca uma incapacidade de expressão e até mesmo a incredulidade no próprio julgamento.
  • Indiferença: permanecer indiferente ao outro em qualquer ambiente onde há relacionamentos (familiar, profissional…).
  • Assédio moral: é uma forma de violência psicológica deliberada, que busca destruir a autoestima da vítima.

 

Consequências da violência psicológica no âmbito profissional:

As vítimas de violência psicológica no trabalho ou assédio moral, podem apresentar:

  • Transtorno de ansiedade generalizada
  • Transtornos de pânico
  • Depressão
  • Síndrome de estresse pós-traumático
  • Transtornos de somatização, como enxaquecas, cansaço, digestão desregulada….
  • Vícios
  • Mudanças permanentes na personalidade
  • Deterioração e embotamento intelectual e perdas de memória
  • Perda da capacidade de concentração
  • Foco e obsessão no assédio sofrido, excluindo o restante das esferas vitais da pessoa, como família e amigos
  • Isolamento social e profissional
  • Incapacidade de experimentar prazer
  • Insensibilidade ou despersonalização
  • Abandono de carreira
  • Constante estado de alerta
  • Alterações no sono e no apetite
  • Maior vulnerabilidade às infecções (conjuntivite, otite, resfriados, etc.) devido aos efeitos sobre o sistema imunológico

 

FONTE: https://br.psicologia-online.com/violencia-psicologica-o-que-e-exemplos-tipos-causas-e-consequencias-424.html

Ao identificar candidato(os), com esse perfil comportamental de agressor psicológico, jamais e sobre hipótese alguma, vote nele, ou neles.

EVITEM POLITICOS QUE TEM EXECESSIVO DESEJO DE PODER

Primeiramente, sabemos que o ser humano é essencialmente um ser social portanto tremendamente relacional. E com isso, busca se relacionar e interagir com outros seres humanos. E essa relação com os demais, pode vir a ser de  de encontro, de parceria, de união, de proximidade, e até prosperidade. No entanto, de forma geral, muitas das experiências relacionais em sociedade comumente tende a ser de adversidade, contrariedade, competitividade, rivalidade, choque, confronto, disputa, em suma, de conflito. Da mesma forma o conflito na existência humana é, portanto, absolutamente inevitável e invariavelmente no mínimo, dificilmente evitável.

Não existe vida humana sem conflitos

Em contrapartida, a filosofia da não-violência tem como premissa desenvolver o discurso da não-violência a partir dos conflitos, porem de forma inteligente, equilibrada e civilizada. Portanto, é preciso evitar pessoas com sede de poder excessivo, disposta a tudo em busca do desejo de poder a todo custo. Parece ser um equívoco construir toda narrativa da não-violência em mundo de conflitos, pregando a inexistência de conflitos. Esse é um ideal dificilmente alcançável.

Os conflitos possuem origens diversas. Uma das mais destacadas reside no desejo de posse e de poder dos seres humanos. Sedentos de poder gostam e almejam ter posse de objetos e poder sobre os outros. Sob o mesmo ponto de vista, o desejo de posse e o desejo excessivo de poder estão intimamente ligados. Dessa forma, evitar esse tipo de pessoas dispostas a tudo, pelo poder excessivo sem limites na vida publica, é uma questão, não apenas de bom senso, mas também, de auto preservação. Portanto, quando não limitados, pessoas com excesso de desejo de poder, chegam à tirania, à ditadura, ao autoritarismo, ao egoísmo exagerado, ao individualismo execrável.

Sobre Marcelo de Medeiros

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