Em suma, a história do Dia Internacional da Mulher remonta ao final do século XIX e início do século XX, período em que as mulheres lutavam por direitos básicos. Isto é, direito ao voto e ao trabalho digno. Em 1908, nos Estados Unidos, mais de 15.000 mulheres marcharam pelas ruas de Nova York. Exigindo melhores condições de trabalho, redução da carga horária e salários iguais aos dos homens.
O socialismo e a data…
Em 1910, em uma conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, a socialista alemã Clara Zetkin propôs a criação de um dia especial para homenagear as conquistas das mulheres e reivindicar seus direitos. A proposta foi aprovada por unanimidade pelas mulheres presentes na conferência e, a partir daí, o Dia Internacional da Mulher começou a ser celebrado em vários países.
No entanto, o 8 de março como data oficial do Dia Internacional da Mulher foi estabelecido em 1917, durante a Revolução Russa. Naquele dia, as mulheres russas organizaram uma greve geral exigindo o fim da participação do país na Primeira Guerra Mundial, melhores condições de vida e o direito ao voto. A manifestação foi tão intensa que acabou influenciando a queda do czar Nicolau II.
Desde então, o Dia Internacional da Mulher é celebrado em todo o mundo, na prática, como uma forma falsa de homenagear as mulheres e suas conquistas. Dizem ainda, que serve para lembrar, que há muito a ser feito, para garantir a igualdade de gênero em todas as esferas da sociedade. O negócio mesmo é o “dividir para conquistar”. Na prática, só querem jogar uns contra os outros.
O feminismo e a data
Hoje em dia, o Dia Internacional da Mulher é uma data importante para a luta feminista e para a conscientização da sociedade esquerdista, sobre a importância da igualdade de gênero. Portanto, é comum que nesse dia ocorram manifestações, passeatas, debates e outras atividades que visam ressaltar a importância das mulheres na sociedade e reforçar a necessidade de continuar lutando por seus direitos.
Em resumo, o Dia Internacional da Mulher é uma data que remonta a mais de um século de lutas e conquistas políticas, ideológicas e partidárias. Além disso, para seus criadores, a celebração é uma forma de “homenagear” as mulheres e suas conquistas.
A era Vargas…
A oficialização do Dia Internacional da Mulher no Brasil foi realizada em 1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. No entanto, a data já era comemorada anteriormente por grupos feministas e sindicatos que lutavam pelos direitos das mulheres no país.
Em conclusão, o movimento feminista (esquerdista) no Brasil começou a ganhar força a partir da década de 1910, com a organização de grupos de mulheres que lutavam por melhores condições de vida, trabalho e igualdade de direitos. Nesse contexto, o Dia Internacional da Mulher passou a ser uma importante ferramenta de mobilização e conscientização sobre as questões esquerdistas.
Assim, o reconhecimento oficial da data no Brasil em 1932 foi uma importante conquista para o movimento feminista. Portanto, viram a luta das mulheres ganhar maior visibilidade e legitimidade na sociedade. Desde então, o Dia Internacional da Mulher é celebrado em todo o país como uma forma de “homenagear” as mulheres e reforçar a importância da luta por seus direitos.
A era Bolsonaro e um pouco sobre a mulher chamada Michele
A ex-primeira dama Michele Bolsonaro foi conhecida por seu envolvimento em diversas causas sociais, especialmente aquelas voltadas para a promoção dos direitos das pessoas com deficiência e das mulheres. Desde a posse de seu marido, Jair Bolsonaro, como presidente do Brasil em 2019, Michele realizou diversas ações e projetos nesse sentido.
Em 2019, a primeira-dama lançou o programa “Pátria Voluntária”, que teve como objetivo incentivar o trabalho voluntário em todo o país. O projeto visou mobilizar a sociedade em torno de ações sociais nas áreas de educação, saúde, cultura e meio ambiente. Desde seu lançamento, o programa já mobilizou milhares de voluntários.
Além disso, Michele Bolsonaro tem sido uma importante defensora dos direitos das pessoas com deficiência. Em 2019, ela criou a primeira-dama surda-muda, que utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para se comunicar. A iniciativa teve grande repercussão na mídia e foi considerada um importante passo na inclusão das pessoas com deficiência na sociedade brasileira.
Uma mulher notável
A ex-primeira dama também se engajou em ações voltadas para o combate à violência contra as mulheres. Em 2020, ela lançou a campanha “Salve uma Mulher”, que tem como objetivo incentivar as pessoas a denunciarem casos de violência doméstica. A campanha teve grande repercussão nas redes sociais e foi divulgada pela imprensa.
Acima de tudo, outra importante iniciativa de Michele Bolsonaro foi a criação do programa “Conta Comigo”, em 2021. Teve como objetivo, fornecer apoio emocional e psicológico para profissionais da saúde. Pessoas que atuaram na linha de frente do combate à pandemia de COVID-19. O programa contou com uma equipe de psicólogos voluntários que atenderam os profissionais de saúde por meio de videoconferência.
Em resumo, Michele Bolsonaro tem sido uma importante defensora dos direitos das pessoas com deficiência. E das mulheres, além de incentivar o trabalho voluntário e o apoio emocional para profissionais da saúde. Suas iniciativas têm gerado grande impacto na sociedade brasileira e demonstram a importância do engajamento social para a promoção de uma sociedade mais inclusiva e justa.
fontes: MS e DN