Agenda do Governo do Estado em Conceição do Castelo, no Espírito Santo, com a entrega de obras na rodovia ES-472

Rodovia ES-472 entregue: asfalto, pontes e drenagem

O governador Renato Casagrande cumpriu agenda em Conceição do Castelo, na microrregião Sudoeste Serrana, no sábado (24), e a peça central do dia foi a rodovia ES-472: o Estado declarou concluída a pavimentação do trecho que corre do município até a comunidade de São Roque, em Venda Nova do Imigrante. São 10,36 quilômetros e uma cifra declarada como superior a R$ 17 milhões, com execução do Departamento de Edificações e Rodovias do Espírito Santo (DER-ES). O resto da agenda tem tamanho bem diferente do que o anúncio sugere: dos dez itens apresentados, quatro estavam prontos e com preço divulgado, um foi apenas assinado e cinco não vieram com cifra nenhuma.

Vale começar pela palavra que batiza tudo. Reabilitação não aparece uma única vez na prosa do comunicado oficial — ela vive no título e na boca do governador. O que o texto do Estado escreve, quando descreve o serviço, é pavimentação. São duas ideias distintas: uma sugere estrada refeita, a outra sugere estrada que ganhou asfalto. E o material nunca informa em que condição a pista estava antes.

Rodovia ES-472: os quatro serviços declarados, e o que ficou de fora

O Estado descreve a intervenção em uma frase só, e ela abre uma lista sem fechá-la. Segundo o comunicado, as obras na rodovia ES-472 incluíram os itens abaixo — e o verbo importa, porque incluir admite que haja mais coisa não relacionada:

  • Pavimentação do trecho. É o item que dá nome à entrega. O tipo de revestimento, a espessura e a quantidade de massa asfáltica aplicada não são informados.
  • Pontes. O comunicado registra construção de pontes, no plural, e não diz quantas, onde ficam, que curso de água atravessam nem qual a extensão de cada uma. É a informação mais cara da lista e a que vem mais vazia.
  • Drenagem. São as estruturas que tiram a água da chuva de cima da pista e a levam para fora do corpo da estrada. Sem elas, asfalto novo cede no primeiro período chuvoso. Nenhuma medida, nenhum metro, nenhuma descrição.
  • Obras complementares. Categoria que não é explicada em lugar nenhum do texto. Pode ser muita coisa ou quase nada.

Fora dessas quatro palavras, silêncio. Sinalização, duplicação, alargamento, terceira faixa, acostamento, calçada, ciclovia e passarela não aparecem no material — nem para afirmar que foram feitos, nem para negar. Quem passar por lá vai encontrar o traçado que já existia, agora pavimentado, com pontes e drenagem que o Estado não dimensiona.

A extensão vem com uma ressalva que o leitor apressado perde: os 10,36 quilômetros valem incluindo os serviços em perímetro urbano. Ou seja, parte do que foi contabilizado é rua dentro da cidade, não rodovia em área rural — e o comunicado não separa quanto cabe a cada situação. Tampouco há marco de quilometragem: o texto oficial não fixa em que altura da estrada os serviços começam e param. Dois meses e meio antes desta agenda, o Estado havia usado exatamente o mesmo vocabulário em outra ponta do território, quando a rodovia ES-080 foi entregue com 25,30 km por R$ 98 milhões — obra distinta desta, em município distinto, e citada aqui apenas como termo de comparação do que a mesma palavra costuma cobrir.

A mesma estrada descrita de dois jeitos, e uma segunda rodovia sem apresentação

O comunicado localiza o trecho de duas formas que não coincidem. Na prosa, o trecho vai do município até a comunidade de São Roque, em Venda Nova do Imigrante. Na fala do governador, a rodovia liga Conceição do Castelo à Rodovia Pedro Cola, em São Roque — e a Pedro Cola nunca é apresentada ao leitor. O material não informa se ela tem numeração estadual, se é outro nome de parte da própria ES-472, ou se é uma via diferente na qual o trecho entregue desemboca. Quem lê corrido pode terminar o texto contando duas estradas onde a fonte descreve uma obra só.

Na mesma frase aparece um destino que o corpo do comunicado não menciona em nenhum outro ponto: Castelo. Ele existe apenas na declaração, como referência de para onde vai quem usa o trecho.

Ficou lindo esse investimento que fizemos na reabilitação dessa rodovia que liga Conceição do Castelo à Rodovia Pedro Cola, em São Roque. Um trecho importante para quem vai para Venda Nova do Imigrante ou Castelo. Como é bom entregar quadra, fazer saneamento, muro de contenção e queremos continuar fazendo obras que mudam a vida das pessoas. O município pode contar integralmente conosco, pois faltarão recursos para Conceição do Castelo. Se continuarmos nessa linha, não iremos perder tempo e vamos dar continuidade em todas as obras e projetos que têm colocado o Espírito Santo como referência no Brasil

Quem fala acima é o governador Renato Casagrande, e o trecho vai reproduzido exatamente como o Estado o publicou — inclusive a frase em que a garantia de apoio integral ao município é justificada por uma falta de recursos. O comunicado oficial não corrige, não explica e não retoma esse ponto em nenhum momento. O registro fica como veio, sem ajuste de quem republica.

Os dez itens da agenda, com estágio, preço e responsável

Uma inauguração de pacote junta, numa manhã só, coisas que estão em degraus muito diferentes. A tabela abaixo separa o que o Estado declarou sobre cada item. Ela não traz totais de propósito: o comunicado não apresenta soma nenhuma, e um total aqui nasceria da nossa calculadora, não do documento oficial.

O que o Estado apresentou Fase declarada Valor divulgado Executor Quem banca
Pavimentação de 10,36 km na ES-472, entre Conceição do Castelo e São Roque Entregue Superior a R$ 17 milhões DER-ES Não declarado — o texto diz apenas que houve investimento
Quadra poliesportiva na área de eventos do Sanfonão, no Centro Entregue R$ 1,8 milhão DER-ES Não declarado
Contenção de encosta no bairro Arthur Soares Entregue R$ 1,46 milhão Gestão municipal Fundo Cidades – Adaptação às Mudanças Climáticas, do Estado
Estação de Tratamento de Água (ETA) Modular de Ultrafiltração Entregue R$ 2,5 milhões Cesan Apresentado como investimento da própria Cesan; a origem do recurso não é detalhada
Máquinas e equipamentos agrícolas Ordem de Fornecimento assinada — nada entregue R$ 1,9 milhão Fornecedor não nomeado Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag)
Serviços de teleconsulta no município Início da implantação Nenhuma Não informado Não informado
Reforma e ampliação da EMEI Professor Edson Altoé Em obra — houve apenas visita Nenhuma Não informado Não informado
Reconstrução da EMEI Vovó Clara Em obra — houve apenas visita Nenhuma Não informado Não informado
Reforma e ampliação da Casa Lar Cyrene Moraes de Martin Ordem de Serviço dada — autorizada a começar Nenhuma Não informado Não informado
Sede local do Idaf e do Incaper Cessão de área — terreno cedido, prédio não construído Nenhuma Não informado Não informado

Duas leituras saem da tabela. A primeira contraria o padrão mais comum desse tipo de agenda: aqui a maior cifra do dia pertence, de fato, a uma obra concluída — os mais de R$ 17 milhões da rodovia. A segunda é menos confortável: as cinco linhas sem preço são exatamente as cinco que ainda não existem como coisa pronta. Escola em obra, casa lar autorizada, terreno cedido e serviço em implantação entraram no anúncio sem um único número ao lado.

Quem inaugura, quem toca a obra e quem assina o cheque não são a mesma figura

O título oficial credita tudo ao Governo do Estado. O corpo do próprio comunicado mostra um arranjo mais repartido, e em três pontos ele simplesmente omite o pagador:

  • Rodovia e quadra. O DER-ES aparece como executor das duas. Sobre o dinheiro, o texto usa construção sem sujeito: houve investimento, foi de tal valor. De qual caixa saiu, não está escrito.
  • Contenção de encosta. Este é o caso mais claro. A obra foi tocada pela gestão municipal, com recursos de um fundo estadual. O governador inaugurou um muro que a prefeitura executou.
  • Estação de água. A Cesan aparece como dona da unidade e como origem do investimento, sem que o material informe se o recurso é receita da companhia, financiamento ou repasse.
  • Máquinas agrícolas. A Seag paga. Quem fornece os equipamentos não é nomeado, e o comunicado também não diz quem vai operá-los depois de entregues.

Fica um alerta de leitura que vale para pacotes assim: cifra de release é a parcela que sai do bolso de quem divulga, não o preço cheio da obra pronta. Se entrou dinheiro municipal somado ao fundo estadual no muro do Arthur Soares, esse pedaço não foi divulgado por ninguém.

Quatro metros de altura, 40 de comprimento e um fundo que fala de clima

A contenção do bairro Arthur Soares tem dimensões declaradas: aproximadamente quatro metros de altura e 40 metros de comprimento, ao custo de R$ 1,46 milhão. O motivo da obra está no texto e é sério: a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil havia classificado o ponto como área de risco iminente de deslizamento. O comunicado não detalha o que mais o valor cobre além do muro — terraplenagem, drenagem, desapropriação, remoção de famílias — e não informa quantas moradias ou quantas pessoas estavam sob o risco apontado.

O dinheiro veio do Fundo Cidades – Adaptação às Mudanças Climáticas, ligado ao Programa Capixaba de Mudanças Climáticas, cujos objetivos declarados envolvem agir antes que o desastre aconteça nas áreas de risco, antecipar-se a eventos extremos ligados à chuva e recuperar recursos hídricos. Aqui cabe uma distinção que o release não faz: o rótulo climático vem do nome do fundo, não de nada que o texto diga sobre a encosta. Em nenhuma linha o material relaciona aquele risco de deslizamento a mudança do clima. São coisas que podem ou não estar ligadas, e o comunicado não se ocupa disso.

Há ainda um desencontro de nomenclatura. O primeiro parágrafo do comunicado registra que o governador inaugurou obras de adaptação, expressão que não reaparece em nenhum outro ponto do texto. O único item vinculado à palavra adaptação é este muro, pelo nome do fundo que o pagou. O material não afirma que são a mesma coisa, e este texto também não afirma.

A quadra poliesportiva do Sanfonão, por sua vez, tem quase 700 metros quadrados de área construída, estrutura metálica, cobertura em telha termoacústica e fechamento lateral, e é destinada a futebol de salão, handebol, basquetebol e voleibol. Chama atenção que o executor seja o mesmo órgão de rodovias — o comunicado não explica por que o DER-ES construiu uma quadra. E ficam sem resposta as perguntas de quem vai usá-la: horário, forma de acesso, se há vestiário, arquibancada ou iluminação, e quem passa a administrar o equipamento.

A estação de água tem só duas parecidas no Estado, e as duas ficam em Guarapari

A nova ETA Modular de Ultrafiltração, da Companhia Espírito-santense de Saneamento (Cesan), custou R$ 2,5 milhões. Ultrafiltração, no que o próprio comunicado descreve, é a passagem da água por membranas finas o bastante para reter partículas e microrganismos: o Estado afirma que o processo remove até 99% de bactérias, vírus, sólidos em suspensão e turbidez — a água turva, carregada de material que não se dissolve. Repare no até: é um teto declarado, não um resultado garantido em toda operação. O sistema também reduziria o consumo de produtos químicos, de energia e de água nas limpezas das membranas, e produziria menos lodo do que as técnicas tradicionais.

A capacidade informada é de 10 litros por segundo. É bom guardar a diferença entre capacidade e ganho: o material não diz quantas pessoas a unidade atende, qual era a capacidade anterior do sistema, se a estação substitui uma estrutura antiga ou soma a ela, nem se havia falta de água no município. Sem esses dados, não há como medir a melhora — só registrar que ela foi anunciada. Este texto tampouco converte a vazão em volume diário: a conta não está na fonte e fazê-la seria produzir um número do portal.

O detalhe que mais interessa a quem lê daqui: o comunicado afirma que existem apenas outras duas estações semelhantes em operação em todo o Espírito Santo, as duas em Guarapari, e ambas maiores que esta. A cidade aparece no material estadual como referência de tecnologia de tratamento, e a mesma companhia já havia anunciado, meses antes, um pacote de obras de saneamento para Guarapari — investimento anterior e independente deste, sobre o qual o comunicado de Conceição do Castelo nada informa.

Outro diferencial importante está na estrutura compacta e modular da ETA, que ocupa uma área reduzida. Sua operação é totalmente automatizada, facilitando o controle e a manutenção e aumentando a segurança dos operadores, já que o sistema é pressurizado e não libera aerossóis no ambiente

A explicação é do diretor operacional da Cesan, Thiago Furtado. Aerossol, no caso, é a gotícula que se desprende no ar durante o tratamento e pode carregar o que estava na água — um sistema fechado e sob pressão evita essa dispersão perto de quem opera a estação.

As máquinas agrícolas não chegaram: o que foi assinado é a ordem de compra

Nenhum item do dia se presta tanto a mal-entendido quanto este. O comunicado diz que o município vai receber máquinas e que os equipamentos serão entregues — futuro nas duas frases. Na agenda houve a assinatura de uma Ordem de Fornecimento, o documento que formaliza o compromisso de entrega dos bens. Não é a entrega. O valor é de R$ 1,9 milhão, pela Seag.

A lista é nominal: uma retroescavadeira, um caminhão truck caçamba basculante, uma motoniveladora, uma escavadeira hidráulica e dois piladores de café. As quatro primeiras servem, pelo texto oficial, à conservação das estradas rurais por onde a produção desce. Os dois últimos são para o preparo do café, atividade que o comunicado aponta como a principal do município, e são descritos como de uso coletivo — sem que o material diga onde ficarão instalados, quem os opera, quem pode usar e como um produtor faz para ter acesso. Também não há prazo de entrega. Vale a diferença de natureza: nessa frente o Estado não conserva a estrada, ele repassa a máquina para que o município conserve as suas.

Cinco anúncios que saíram sem preço, sem prazo e sem executor

O penúltimo parágrafo do comunicado é onde a agenda fica mais magra, e é justamente o trecho que o anúncio de inauguração não distingue do resto:

  • Teleconsulta. O texto registra o início da implantação do serviço — atendimento de saúde a distância, com o profissional em outro lugar. Não informa quais especialidades entram, onde o morador é atendido, como se marca, a partir de quando funciona nem quem banca.
  • EMEI Professor Edson Altoé. Reforma e ampliação, com a agenda registrando apenas uma visita às obras. Sem valor, sem prazo, sem número de salas e sem informação sobre vagas novas.
  • EMEI Vovó Clara. Reconstrução, também só visitada. Reconstruir indica que a unidade anterior deixou de servir, e o material não explica o que houve com ela nem onde as crianças estão nesse intervalo.
  • Casa Lar Cyrene Moraes de Martin. Recebeu Ordem de Serviço, o documento que autoriza a obra a começar. Autorizar não é construir, e não há valor, prazo nem executor declarados.
  • Sede do Idaf e do Incaper. O que houve foi cessão de área — um terreno destinado à construção futura. É o degrau mais distante de todo o pacote: não existe projeto, cifra, prazo nem prédio.

Nenhum número do dia conta gente

Vale um exercício com a régua na mão. O comunicado publica reais, quilômetros, metros quadrados, metros lineares, litros por segundo, percentual e unidades de máquina. Nenhuma dessas grandezas mede pessoas. Não há quantos moradores ficam protegidos pela contenção, quantos imóveis passam a receber a água tratada da nova estação, quantos veículos circulam pela rodovia, quantas crianças estudam nas duas escolas visitadas nem quantos produtores usarão as máquinas.

É a mesma lacuna que aparece do lado de quem dirige. Sobre a ES-472, o material não informa o tempo de viagem antes e depois, não descreve o estado da pista anterior à obra, não conta se o trecho chegou a ser fechado ou desviado enquanto as máquinas trabalhavam, não apresenta contagem de veículos e não marca a data em que o canteiro abriu. A conclusão é declarada, e o quanto ela mudou a vida de quem usa o trecho continua sem medida.

Uma nota de calendário, para quem chega a esta página muito depois: o registro é de uma agenda de maio de 2025. As quatro entregas descritas como concluídas naquele dia são verificáveis por qualquer pessoa que passe pelos locais. Já o que estava só assinado, autorizado ou cedido pode ter avançado, parado ou mudado de escopo desde então — e nada neste material permite dizer o que aconteceu depois.

Dezesseis perguntas que o material oficial deixa em aberto

  • quantas pontes foram construídas na rodovia ES-472, onde ficam e que extensão têm;
  • quanto dos 10,36 quilômetros é perímetro urbano e quanto é trecho rural;
  • em que quilômetro o trecho entregue começa e em qual ele acaba;
  • o que são as obras complementares citadas na rodovia;
  • se houve serviço de sinalização, e de que tipo;
  • o que é a Rodovia Pedro Cola e qual a relação dela com o trecho entregue;
  • quando cada frente começou, quanto tempo levou e qual empresa assinou o contrato;
  • de qual fonte de recurso saíram os valores da rodovia e da quadra;
  • quantas moradias e quantas pessoas estavam na área de risco do bairro Arthur Soares;
  • o que o R$ 1,46 milhão cobre além do muro de contenção;
  • quantas ligações e quantos moradores passam a ser atendidos pela nova estação de tratamento;
  • qual era a capacidade de tratamento anterior e se a nova unidade substitui ou soma;
  • o prazo de entrega das máquinas agrícolas e as regras de uso coletivo dos piladores de café;
  • valor, prazo e executor das duas escolas municipais visitadas e da casa lar autorizada;
  • quais serviços de teleconsulta entram, onde e como o morador acessa;
  • prazo e projeto da sede cedida ao Idaf e ao Incaper.

Todas as vozes ouvidas pertencem a quem assina as obras

O material que sustenta este texto foi produzido pelo próprio Governo do Estado, que na mesma agenda acumula os papéis de anfitrião, financiador de parte dos itens, responsável pela execução via DER-ES e via Cesan, e emissor do comunicado. As três declarações registradas aqui são do governador, de uma secretária estadual e de um diretor de companhia estadual — todos, portanto, do lado que entrega.

Não há uma linha de morador do bairro Arthur Soares, de motorista ou transportador que use o trecho da ES-472, de engenheiro que não trabalhe para quem tocou as obras, de servidor da rede municipal de ensino ou de qualquer voz de oposição. Duas outras falas de autoridades vinham no comunicado e não foram aproveitadas aqui por não acrescentarem informação verificável ao que o próprio texto já descreve. E há uma lista de presentes que não fala: os prefeitos Valbinho, de Conceição do Castelo, Dalton Perim, de Venda Nova do Imigrante, e Dito Silva, de Muniz Freire; o deputado federal Gilson Daniel; os deputados estaduais José Esmeraldo, Fábio Duarte e Dr. Bruno Resende; e os secretários de Estado Vitor de Angelo, da Educação, e Tyago Hoffmann, da Saúde. Nenhum deles tem declaração registrada.

Ausência de crítica num comunicado oficial não equivale a ausência de crítica possível — significa que ninguém de fora do governo foi consultado. A parte concluída pode ser conferida por quem estiver no lugar; o restante depende de acompanhamento que este material não oferece.

É um investimento que atende não apenas os moradores, mas a todos que se deslocam pela região que inclui comércios, farmácias, uma unidade de saúde, hospital e escolas. Liderado pelo governador Casagrande e pelo vice-governador Ricardo Ferraço, o governo vem realizando investimentos em todas as regiões do Espírito Santo

A avaliação é da secretária de Estado do Governo, Maria Emanuela Alves Pedroso, gestora do Fundo Cidades. É a única passagem do material que descreve o que existe no entorno da encosta contida — comércio, farmácia, unidade de saúde, hospital e escola —, e por isso ela ficou. A segunda metade da fala é atribuição de crédito à gestão, e não acrescenta dado sobre a obra.

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