Primeiramente, imagine transformar urucum, açafrão e carvão em verdadeiras obras de arte. Foi exatamente isso que estudantes de Afonso Cláudio, no Espírito Santo, vivenciaram durante uma semana de imersão criativa que conectou pigmentos naturais, saberes ancestrais e conhecimento científico de forma surpreendente.
De fato, o CEEFMTI Afonso Cláudio promoveu, entre 29 de setembro e 07 de outubro, a ação pedagógica “Cores que Contam Histórias”. As educadoras Lucimar Ramos e Sandra Lima conduziram a proposta, integrando Química, Filosofia e Projeto de Vida em uma experiência verdadeiramente transformadora.
Diálogo sobre identidade abriu os trabalhos
Na etapa inicial, os jovens participaram de rodas de conversa sobre diversidade cultural e respeito às diferenças. Nesse sentido, as simbologias das pinturas corporais africanas serviram como ponto de partida para reflexões profundas sobre identidade e pertencimento. Além disso, o debate filosófico preparou o terreno para as atividades práticas seguintes.
Laboratório virou ateliê de cores naturais
Consequentemente, a segunda fase levou os estudantes ao laboratório para extrair pigmentos naturais de espinafre, terra, urucum, açafrão e carvão. Dessa forma, conceitos como misturas, reações químicas e sustentabilidade ganharam significado concreto. Por fim, as tintas artesanais foram aplicadas em criações visuais inspiradas nas tradições africanas e indígenas.
Engajamento surpreendeu as professoras
Sandra Lima destacou que a curiosidade dos alunos cresceu visivelmente: “Eles participaram ativamente e criaram produções com cores e texturas únicas.” Por outro lado, Lucimar Ramos ressaltou o fortalecimento do trabalho coletivo e da cooperação no ambiente escolar.
Experiência marcante para os estudantes
A aluna Júlia Giestas Tesch, do 2°IM01, sintetizou o aprendizado: “Descobrimos que é possível fazer tintas com elementos da natureza. Foi uma mistura de ciência, arte e respeito à cultura.” Certamente, iniciativas assim demonstram que a educação interdisciplinar potencializa o aprendizado significativo.
Assim sendo, o projeto comprovou que valorizar heranças culturais africanas e indígenas dentro da escola fortalece tanto o conhecimento acadêmico quanto o senso de comunidade entre os jovens.
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