Uma operação da Polícia Civil do Espírito Santo resultou, nesta terça-feira (02), na prisão em flagrante de três suspeitas que teriam abandonado uma cadela em condições de sofrimento. De fato, o caso mobilizou agentes do 17º Distrito Policial após denúncias apontarem o crime no centro administrativo da prefeitura local.
Primeiramente, as investigações revelaram que o animal foi deixado nas dependências do prédio público, no bairro Vera Cruz, sem qualquer tipo de cuidado ou proteção. A cadela apresentava sinais evidentes de fragilidade e possível gestação, o que agravou ainda mais a situação das envolvidas.
Equipe policial identifica suspeitas rapidamente
Após o recebimento das denúncias, os agentes iniciaram diligências ininterruptas para localizar as responsáveis. Consequentemente, três mulheres — de 47, 43 e 40 anos — foram identificadas e qualificadas como autoras diretas do abandono. Dessa forma, todas receberam voz de prisão em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais.
Suspeita resiste à abordagem e enfrenta mais acusações
Durante a operação, uma das envolvidas, de 43 anos, desobedeceu aos comandos policiais e resistiu à detenção. Nesse sentido, a equipe precisou reiterar a ordem de apresentação e advertir sobre o ingresso na residência. Somente após insistência dos agentes, a suspeita deixou o imóvel e foi detida. Por outro lado, as demais colaboraram com a abordagem.
Delegado destaca gravidade do crime contra o animal
O titular do 17º Distrito Policial, delegado Henrique Vidigal, destacou que a materialidade do crime ficou evidente. Segundo ele, a cadela foi abandonada em local sem estrutura adequada, fora do horário regular de funcionamento e sem nenhuma garantia mínima de bem-estar. Ou seja, todas as circunstâncias configuraram claramente os maus-tratos.
Autuações e encaminhamento ao sistema prisional
As mulheres de 40 e 47 anos foram autuadas exclusivamente por maus-tratos contra o animal. Além disso, a suspeita de 43 anos respondeu também por desobediência e resistência à prisão. Finalmente, após todos os procedimentos legais no distrito policial, as três foram encaminhadas ao sistema prisional. Sem dúvida, o caso reforça a importância das denúncias para coibir crimes contra animais indefesos.
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