Primeiramente, uma operação surpreendente revelou um esquema audacioso de furto de água tratada em um rancho na região de Nova Guarapari. De fato, o volume desviado diariamente chegava a 36 mil litros, quantidade capaz de suprir as necessidades de aproximadamente 240 moradores por dia.
A fiscalização ocorreu na quarta-feira (14) e expôs uma estrutura clandestina que canalizava água da rede pública para alimentar duas caixas d’água e um lago artificial dentro da propriedade. Ou seja, recursos hídricos essenciais à população eram desperdiçados em benefício privado.
Operação conjunta desmonta esquema clandestino
Equipes da Cesan, em parceria com a Polícia Militar do Espírito Santo, conduziram a ação que resultou na remoção imediata de toda a instalação irregular. Consequentemente, o desvio foi interrompido no mesmo dia. Além disso, o caseiro presente no imóvel durante a abordagem foi encaminhado à delegacia para responder pelos procedimentos legais cabíveis.
Por outro lado, o proprietário do rancho não se encontrava no local. Nesse sentido, militares e técnicos se dirigiram até a residência do responsável, porém ele não foi localizado pelas autoridades.
Guarapari enfrenta onda de furtos na rede hídrica
Certamente, o caso não é isolado. Essa foi a quinta operação realizada pela companhia em conjunto com a PM apenas em Guarapari durante a última semana. Dessa forma, fica evidente a intensificação do combate às irregularidades que prejudicam o sistema de abastecimento municipal.
As ações ganharam força após episódios recentes de desvios que sobrecarregaram a rede e comprometeram diretamente o fornecimento para famílias que pagam regularmente pelo serviço.
Prejuízos coletivos e penalidades para infratores
Assim sendo, a Cesan reafirma que o furto de água configura crime previsto em lei. Sem dúvida, essas práticas geram sobrecarga operacional e causam desabastecimento em bairros inteiros. Portanto, a companhia garante que seguirá atuando com rigor para proteger o sistema público e assegurar distribuição justa dos recursos hídricos a toda a população capixaba.
Finalmente, denúncias de irregularidades podem ser realizadas diretamente à Cesan ou às autoridades policiais locais.
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