Polícia Civil flagra furto de energia elétrica em residência de alto padrão em Linhares

Morador de mansão é preso hoje por furtar energia

Primeiramente, uma operação conjunta entre forças policiais e a concessionária de energia revelou um esquema criminoso em pleno bairro nobre de Linhares, no Espírito Santo. De fato, o flagrante surpreendeu pela contradição: o suspeito vivia em um imóvel de alto padrão, mas fraudava o medidor para não pagar pela eletricidade consumida.

A ação ocorreu nessa quinta-feira (15) e resultou na prisão de um homem de 50 anos. Consequentemente, o caso ganhou repercussão por expor que o furto de energia elétrica não se restringe a áreas vulneráveis, atingindo também residências luxuosas.

Operação mobilizou perícia e técnicos especializados

A Polícia Civil do Espírito Santo atuou por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais em parceria com a Delegacia Regional de Linhares. Além disso, peritos do Departamento de Engenharia Forense do Instituto de Criminalística e profissionais da EDP participaram da diligência no bairro Três Barras.

Nesse sentido, a perícia técnica identificou que a tampa da caixa do medidor estava sem lacre adequado. Ou seja, havia manipulação evidente no equipamento. Por outro lado, a análise revelou algo ainda mais grave: a ausência total de corrente no medidor, o que zerava o registro de consumo.

Medidor foi substituído e instalação regularizada

Dessa forma, a equipe técnica da distribuidora procedeu com a troca imediata do equipamento comprometido. Certamente, essa medida garantiu que a residência voltasse a registrar corretamente toda a energia consumida. A concessionária também lavrou o Termo de Ocorrência e Inspeção, documentando cada irregularidade encontrada.

Proprietário responderá por estelionato qualificado

Assim sendo, o dono do imóvel foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato qualificado contra a administração pública e encaminhado ao sistema prisional. Portanto, além do inquérito criminal instaurado, o responsável deverá ressarcir a EDP por todos os valores não faturados durante o período da fraude.

Finalmente, conforme determina resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o infrator arcará também com os custos administrativos gerados à distribuidora. Sem dúvida, o caso serve de alerta: independentemente do padrão socioeconômico, o furto de energia elétrica configura crime grave com consequências penais e financeiras severas.

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