Alunos descobrem suas raízes pela literatura

Primeiramente, imagine uma sala de aula onde livros escritos por autores negros e indígenas se transformam em espelhos. De fato, foi exatamente isso que aconteceu na EEEFM Professora Carolina Pichler, em Colatina, no Espírito Santo. A iniciativa “Vozes da Terra” levou estudantes a mergulharem em obras que refletem ancestralidade e pertencimento.

Dessa forma, o projeto de literatura negra e indígena ultrapassou os limites do currículo convencional. Além disso, conectou jovens em situação de vulnerabilidade social às suas próprias identidades culturais, gerando resultados que surpreenderam toda a comunidade escolar.

Arte e debate transformam a rotina escolar

As atividades foram conduzidas dentro da área de Linguagens e suas Tecnologias. Nesse sentido, os estudantes participaram de rodas de conversa, pesquisas aprofundadas, criação de cartazes e apresentações artísticas. Por outro lado, não se tratava apenas de ler textos — era preciso interpretar, questionar e produzir conteúdo autoral.

Consequentemente, a equipe pedagógica observou um crescimento significativo no interesse pela leitura. Os alunos também demonstraram maior autonomia intelectual e capacidade de identificar estereótipos presentes em discursos literários. Ou seja, o pensamento crítico floresceu naturalmente.

Professora relata experiência transformadora

A educadora Swellen Matias de Miranda Firmino destacou o impacto profundo da iniciativa. Segundo ela, trabalhar literatura negra e indígena com jovens que carregam essas identidades vai além da legislação. Certamente, representa um compromisso genuíno com autoestima e reconhecimento cultural.

Estudante celebra aprendizado prático e coletivo

A aluna Sara Gonçalves Reis também compartilhou sua vivência. “A gente não ficou só na teoria: colocou a mão na massa, conversou e criou de verdade”, relatou. Sem dúvida, o trabalho em grupo para montar exposições e decorações proporcionou um aprendizado significativo e memorável.

Assim sendo, o projeto comprova que a literatura negra e indígena nas escolas é ferramenta poderosa de transformação social. Finalmente, iniciativas como essa reafirmam que educação antirracista constrói cidadãos mais conscientes e empáticos.

Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação da Sedu — comunicacaosedu@sedu.es.gov.br | Cícero Giuri — cgbona@sedu.es.gov.br | (27) 3636-7888 / 3636-7707

Compartilhe essa publicação, clicando nos botões abaixo:

Sobre Redação

Portal Direto Noticias - Imparcial, Transparente e Direto | https://diretonoticias.com.br | Notícias de Guarapari, ES e Brasil. Ative as notificações ao entrar e torne-se um seguidor. Caso prefira receber notícias por email, inscreva-se em nossa Newsletter, ou em nossas redes:

Veja Também

Revelado o Segredo do ES Para Brilhar na Alfabetização

A Rede Pública Estadual do Espírito Santo voltou a se destacar no cenário educacional brasileiro ao ser novamente reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) com o certificado Ouro do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, referente à edição 2025 da premiação, cujo resultado final foi divulgado na segunda-feira (09). O reconhecimento reafirma o compromisso do