Seleção Complementar feminina começa agora: veja o que fazer

Primeiramente, as brasileiras que se voluntariaram para o Serviço Militar Feminino 2025 precisam ficar atentas a partir de hoje. A chamada Seleção Complementar, etapa decisiva antes da incorporação, já tem data marcada para começar em 12 de janeiro e seguirá até 20 de fevereiro em todo o território nacional.

De fato, trata-se de um momento histórico. Pela primeira vez, Marinha, Exército e Força Aérea conduziram juntos um processo seletivo voltado ao ingresso feminino nas fileiras militares. Consequentemente, o país inaugura uma nova era de representatividade nas Forças Armadas.

O que acontece na Seleção Complementar

Nesse sentido, as convocadas passarão por exames clínicos, entrevistas, avaliação de aptidão física e análise de atributos técnicos. Ou seja, trata-se de uma triagem completa que antecede a incorporação oficial. Cada Força possui cronograma próprio, portanto é fundamental consultar as datas específicas no portal oficial do alistamento militar.

Quando ocorre a incorporação das aprovadas

Dessa forma, quem for aprovada terá duas janelas de incorporação: entre 2 e 6 de março ou de 3 a 7 de agosto. Na Marinha, as mulheres ingressam como marinheiro-recruta. No Exército e na Força Aérea, por outro lado, entram como soldado. Além disso, após a incorporação oficial, o serviço passa a ser obrigatório conforme legislação vigente.

Vagas distribuídas em 13 estados brasileiros

Certamente os números impressionam. São 1.467 vagas ao todo: 157 na Marinha, 1.010 no Exército e 300 na Força Aérea. As oportunidades abrangem 51 municípios em 13 estados e no Distrito Federal. Sem dúvida, a abrangência geográfica reforça o caráter nacional da iniciativa.

Recorde de alistamento marca o ano de 2025

Em outras palavras, o interesse feminino superou expectativas. Aproximadamente 34 mil mulheres se inscreveram voluntariamente, enquanto o alistamento masculino obrigatório registrou mais de um milhão de jovens. Assim sendo, as Forças Armadas garantem a renovação anual de efetivos e mantêm reserva estratégica para eventual mobilização nacional.

Finalmente, essa conquista representa um avanço significativo na igualdade de gênero dentro das instituições militares. Homens e mulheres incorporados terão os mesmos direitos e deveres, sem qualquer distinção ou estabilidade no serviço militar.

Fonte: Ministério da Defesa

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