
O pregão desta quinta-feira reservou surpresas que poucos investidores esperavam. De fato, uma combinação explosiva de resultados corporativos, decisões regulatórias e tensões geopolíticas sacudiu os mercados de ponta a ponta. Consequentemente, quem acompanha o universo das finanças precisa entender cada movimento para proteger — e multiplicar — seu patrimônio.
Primeiramente, o cenário global ditou o tom negativo. A gigante Nvidia divulgou números acima das estimativas, porém o mercado reagiu com frieza absoluta. Ou seja, nem mesmo um balanço positivo foi capaz de segurar a confiança dos investidores, que despejaram papéis de tecnologia ao longo do dia.
Dólar Sobe e Ibovespa Recua com Tensão Global
O dólar fechou em alta enquanto o Ibovespa encerrou no vermelho, pressionado pelo mau humor vindo de Wall Street. Além disso, a reunião diplomática entre Estados Unidos e Irã adicionou uma camada extra de incerteza ao radar dos operadores. Nesse sentido, ativos de risco sofreram vendas generalizadas durante a sessão.
Por outro lado, os juros futuros apresentaram recuo na reta final do pregão. A taxa do DI para janeiro de 2027 caiu para 13,175%, e a do contrato de 2031 cedeu para 12,945%. Dessa forma, parte do mercado enxerga espaço para cortes mais agressivos na Selic nos próximos meses.
Fictor Amplia Recuperação Judicial e Surpreende
Em uma manobra inesperada, o Grupo Fictor — que anteriormente tentou adquirir o Banco Master — solicitou a inclusão de mais 28 empresas em seu pedido de recuperação judicial. Certamente, o caso ganha proporções ainda maiores, já que peritos recomendam à Justiça o acréscimo de outras 13 companhias ao processo.
Inadimplência Bate Recorde Histórico no País
Sem dúvida, o dado mais alarmante do dia envolve a inadimplência, que atingiu sua máxima histórica. O cenário de juros elevados combinado com o endividamento crescente das famílias brasileiras criou uma tempestade perfeita. Em outras palavras, milhões de consumidores enfrentam dificuldades reais para honrar compromissos financeiros.
Nubank e Bmg Revelam Lucros Expressivos
Em contraste com o pessimismo generalizado, alguns balanços corporativos trouxeram alívio. O Nubank registrou lucro de US$ 895 milhões no quarto trimestre, alcançando a marca impressionante de 131 milhões de clientes. Assim sendo, a fintech consolida sua posição dominante na América Latina.
De modo semelhante, o Banco Bmg reportou lucro de R$ 172 milhões, representando alta anual de 38,2%. O retorno sobre patrimônio líquido saltou para 19%, demonstrando eficiência operacional crescente. Portanto, nem tudo foi negativo no setor bancário.
BC Amarga Prejuízo Bilionário e Pix Domina
O Banco Central divulgou resultado negativo de R$ 119,97 bilhões em 2025, impactado principalmente por operações cambiais deficitárias de R$ 150,26 bilhões. Por exemplo, o Pix já responde por 45% de todas as transações no comércio eletrônico, consolidando a revolução digital nos pagamentos.
Finalmente, a ministra Gleisi Hoffmann descartou qualquer aporte federal para cobrir o rombo do BRB, direcionando a responsabilidade ao governador Ibaneis. Enquanto isso, Pague Menos e Banco Mercantil estruturam ofertas de ações que podem movimentar até R$ 900 milhões combinados. Certamente, o mercado financeiro brasileiro segue repleto de reviravoltas que exigem atenção redobrada de cada investidor.
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