
O Alerta vermelho: onda de calor no Centro-Sul do Brasil tem validade até as 18h do dia 30. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ativou o aviso no dia 26, com grau máximo de perigo na escala da instituição.
O fenômeno abrange ao menos parte de 8 estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, sul do Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, centro-sul de Mato Grosso, extremo sul de Goiás e Mato Grosso do Sul. O Inmet classifica o nível vermelho como o mais grave entre os 3 graus de risco — acima do amarelo e do laranja.
Esta é a primeira onda de calor da primavera, que começou no dia 22. A expectativa dos meteorologistas é de que o fenômeno ocorra com mais frequência nos próximos meses.
Alerta vermelho: onda de calor e suas principais características
O Inmet define o fenômeno quando a temperatura sobe 5°C acima da média mensal, independentemente da duração. Outros meteorologistas adotam critério diferente: temperaturas ao menos 5°C acima da média por 5 dias ou mais.
Em ambos os casos, o calor extremo representa risco à saúde. O Inmet alerta que, no período de Alerta vermelho: onda de calor, o corpo pode apresentar lentidão, cansaço e tontura. Os efeitos, no entanto, vão além do desconforto físico imediato.
Fevereiro deve continuar quente no Brasil?
Conforme a previsão dos meteorologistas, fevereiro deve manter temperaturas acima da média em grande parte do país. O mês deve alternar longos períodos de tempo seco com episódios concentrados de chuva, sobretudo no Norte e em parte do Sudeste.
Apesar disso, a tendência é de volume de chuva abaixo do normal na maior parte do território. Mesmo sem El Niño ou La Niña em atuação, o calor deve seguir predominando ao longo do mês.
O Inmet reforça o Alerta vermelho: onda de calor como sinal de atenção para a população das regiões afetadas até o encerramento do aviso, previsto para as 18h do dia 30.
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