
Os efeitos da Erupção solar registrada em 28 de setembro chegam ao campo magnético da Terra na sexta-feira. Atualmente, a chegada ocorre também no domingo. A NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos) emitiu alerta oficial confirmando a chegada de tempestade geomagnética classificada como G1, o menor nível da escala do órgão, que vai até G5.
O fenômeno tem origem no rompimento de um filamento solar — uma “fita” de plasma e material solar mantida suspensa acima da superfície da estrela por forças magnéticas –– deu início ao fenômeno. No dia 28 de setembro, essa estrutura perdeu a estabilidade e o material foi lançado para o espaço sideral.” O material expelido forma uma Ejeção de Massa Coronal (EMC), que viaja pelo espaço até atingir o planeta.
Para o sábado, a expectativa é de calmaria, com índices abaixo do nível de tempestade. O segundo pulso de atividade está previsto para o domingo. Conforme a NOAA, dados preliminares confirmam sua relação com uma nova ejeção de massa detectada logo em seguida.
O que é a Erupção solar que provoca esse fenômeno?
A Erupção solar libera grandes quantidades de plasma e partículas carregadas no espaço. Quando esse material atinge a magnetosfera da Terra, gera oscilações no campo magnético do planeta. Um meteorologista espacial da NOAA explicou que a massa coronal viaja pelo espaço e atingirá a Terra pela borda lateral. Igualmente, o órgão classifica esse tipo de chegada como impacto de raspão.
Apesar disso, tempestades de classe G1 não representam risco à população. Redes de telefonia móvel, internet e transmissões de TV no solo não sofrem interferência. O GPS e comunicações de rádio de alta frequência podem registrar pequenas variações, sobretudo nas regiões próximas aos polos.
Quais impactos a população pode esperar?
A rede elétrica pode registrar flutuações de voltagem em latitudes muito altas, porém sem efeitos significativos para a maioria dos países. Além disso, a NOAA não divulgou estimativa de duração exata para cada pulso de atividade.
Embora o alerta cause atenção, a classificação G1 indica o menor grau de interferência previsto. A agência americana continuará monitorando os dados e atualizando as previsões conforme os pulsos se aproximam da Terra nos próximos dias.
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