
Lionel Messi encerrou sua trajetória pela seleção argentina em noite marcada por homenagens e emoção no Monumental de Núnez, onde marcou 125 gols pela Argentina. No duelo amistoso contra o Benim, tanto o craque quanto o técnico Scaloni choraram durante o hino nacional. Antes de entrar em campo, Messi recebeu do presidente do River Plate, Stéfano Di Carlo, o título de sócio honorário do clube e uma camisa comemorativa.
O jornal “La Nación” flagrou o jogador chorando já na chegada ao estádio. Mais cedo, ele havia publicado uma mensagem de despedida para os torcedores, agradecendo o carinho recebido ao longo de duas décadas.
125 gols e uma história de conquistas pela seleção
Messi estreou pela Argentina em 2005 e disputou sua primeira Copa do Mundo no ano seguinte, na Alemanha. Por muitos anos, o título nacional parecia distante. Em 2016, após três vice-campeonatos seguidos — Copa do Mundo de 2014 e Copa América de 2015 e 2016 —, ele chegou a anunciar que não defenderia mais a seleção.
A comoção dos torcedores e dos próprios jogadores, no entanto, o fez reconsiderar. A eliminação nas oitavas da Copa em Rússia-2018 ainda trouxe frustração, mas a chegada de Lionel Scaloni ao comando técnico mudou o rumo da história.
De vice-campeão a dono da Copa do Mundo do Catar
Com Scaloni, Messi conquistou a Copa América de 2021, vencendo o Brasil por 1 a 0 na final disputada no Maracanã. Em 2022, veio o título mais esperado: a Copa do Mundo do Catar. O craque ainda acrescentou mais uma Copa América ao currículo, em 2024
No minuto 10 do amistoso contra o Benim, os torcedores presentes no Monumental se levantaram para uma ovação ao camisa 10. A Argentina usou uma camisa especial na ocasião, com referências à bandeira do país e à trajetória de Messi em duas décadas de seleção.
Maior artilheiro da história argentina, com 125 gols em 207 partidas, Messi deixa um legado que dificilmente será superado.
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