Um caso chocante mobiliza as forças de segurança em Guarapari. Primeiramente, um corpo decapitado e parcialmente carbonizado foi descoberto em um sítio isolado no bairro Meaípe, gerando uma investigação complexa que desafia os especialistas da Polícia Civil do Espírito Santo.
De fato, a vítima — um idoso de 75 anos que vivia de forma reclusa — foi encontrada na última terça-feira (03) após uma testemunha notar a ausência prolongada do proprietário. Consequentemente, a DHPP de Guarapari assumiu o caso com apoio do Departamento Especializado.
Corte preciso descarta hipótese de acidente
Segundo o delegado-geral José Darcy Arruda, o corpo apresentava um corte fino na região do pescoço, compatível com instrumento perfurocortante. Ou seja, trata-se inequivocamente de homicídio. Além disso, foram identificadas lesões no tórax da vítima, reforçando a natureza violenta do crime.
Cabeça da vítima segue desaparecida
Apesar de buscas extensas com cães farejadores e apoio do Corpo de Bombeiros, a cabeça não foi localizada. Nesse sentido, uma piscina no imóvel chegou a ser esvaziada, porém sem resultado. Por outro lado, especialistas consideram remota a possibilidade de remoção por animais, dado o tipo de corte encontrado.
Intervalo de semanas dificulta a apuração
O delegado Fabrício Dutra revelou que o óbito provavelmente ocorreu por volta de 13 de janeiro, data do último registro de uso do celular da vítima. Dessa forma, passaram-se aproximadamente três semanas até a descoberta. Em contraste, relatos de fumaça na propriedade surgiram apenas no dia 20 de janeiro.
Testemunhas-chave já foram identificadas
Certamente, o avanço mais significativo envolve pessoas com acesso ao sítio. Uma mulher responsável pela limpeza periódica e um homem ligado a ela já prestaram depoimentos. Assim sendo, corretores imobiliários que visitaram a propriedade, supostamente à venda, também são investigados.
Equipes seguem mobilizadas em campo
Finalmente, Dutra garantiu que a investigação avança com equipes de inteligência, perícia técnica e novas oitivas. Sem dúvida, trata-se de um caso atípico que foge dos padrões comuns, porém as autoridades reafirmam o compromisso de apresentar respostas à sociedade de Guarapari.
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