
O ministro Alexandre de Moraes manda Flávio Bolsonaro entregar seus passaportes para a Polícia Federal, segundo a Folha. Além disso, a decisão ocorreu nesta segunda-feira, dia 26, logo após o resultado das eleições. De acordo com a decisão, o magistrado do Supremo Tribunal Federal também proibiu o senador de manter contato com Willer Tomaz. Principalmente porque o advogado é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro.
Moraes manda Flávio Bolsonaro entregar documentos
Ademais, a determinação impõe um prazo de 24 horas para a entrega dos documentos. O senador deve entregar o passaporte ordinário e o diplomático. O ministro incluiu um alerta migratório no sistema de controle de fronteiras. Conforme a ordem, a medida impede que o parlamentar saia do país durante as investigações em curso no Supremo Tribunal Federal.
Enquanto isso, a Polícia Federal notificou o investigado sobre a ordem judicial. O parlamentar afirmou que entregará os documentos conforme solicitado pela justiça. De acordo com o senador, ele nunca planejou deixar o Brasil, mesmo após a derrota de seu grupo político nas urnas recentes.
Restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal
Sobretudo, o magistrado proibiu o contato entre o político e Willer Tomaz. A comunicação está vedada por qualquer meio, seja direto ou por terceiros. O advogado é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro.
A investigação apura movimentações financeiras ligadas ao filme Cavalo Negro. O senador nega irregularidades e contesta os motivos da decisão. Conforme o parlamentar, a medida seria uma reação a declarações de Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país após o pleito presidencial.
Ações judiciais contra o resultado eleitoral
Ao mesmo tempo, o parlamentar anunciou que pedirá a anulação da candidatura de Lula, do PT. Ele alega abuso de poder político e econômico durante a campanha. No domingo, o senador já havia manifestado a intenção de solicitar a anulação das eleições.
Ele critica a postura do Judiciário diante das falas de seu irmão, Eduardo Bolsonaro. O parlamentar mantém sua agenda política, bem como promete seguir com os questionamentos legais. Conforme as determinações, a Polícia Federal segue monitorando o cumprimento das ordens expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes.
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