Primeiramente, uma operação policial realizada na manhã desta segunda-feira (10) resultou na detenção de um homem de 29 anos no município de Guaçuí, no sul do Espírito Santo. O suspeito responde por crime sexual contra uma menina de apenas 11 anos, ocorrido na cidade vizinha de Apiacá.
De fato, o caso veio à tona no último dia 08 de outubro, quando a mãe da criança recebeu um telefonema de outra filha relatando que a irmã mais nova havia sido violentada dentro da própria residência. A partir desse momento, as investigações avançaram rapidamente.
Suspeito tentou intimidar a família da vítima
Além disso, o investigado adotou uma postura ainda mais grave após o crime. Segundo o delegado Sandro Zanon, titular da Delegacia de Apiacá, o homem enviou mensagens ameaçadoras diretamente à mãe da menor. Consequentemente, essas mensagens foram rastreadas até um perfil vinculado a uma linha telefônica registrada em nome do próprio suspeito, que inclusive utilizava sua fotografia.
Ou seja, o acusado tentou coagir a genitora da criança com o objetivo claro de evitar que fosse processado pelo crime cometido. Dessa forma, a Justiça expediu mandado de prisão preventiva contra ele.
Trabalho integrado entre delegacias garantiu a prisão
Nesse sentido, a equipe da Delegacia de Apiacá compartilhou informações estratégicas sobre o paradeiro do foragido com o setor de inteligência da Delegacia de Guaçuí. Assim sendo, policiais civis montaram uma campana nas proximidades da residência do suspeito.
Certamente, a abordagem ocorreu no momento em que o homem deixava sua casa para ir ao trabalho. Por outro lado, ele não ofereceu resistência à equipe policial e foi conduzido imediatamente à delegacia local.
Detido já se encontra no sistema prisional capixaba
Portanto, após a conclusão dos procedimentos legais na Delegacia de Guaçuí, o preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. Sem dúvida, a agilidade na cooperação entre as unidades policiais foi determinante para o desfecho positivo da operação.
Finalmente, é importante destacar que os nomes dos envolvidos e a localização exata do crime não são divulgados, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), garantindo a proteção integral da identidade da vítima.
Fonte: Polícia Civil do Espírito Santo (PCES)
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