O início da gestão de Zohran Mamdani como prefeito de Nova York provocou uma crise diplomática inesperada. Primeiramente, o político socialista revogou duas ordens executivas do antecessor Eric Adams que demonstravam apoio ao Estado de Israel. Consequentemente, o governo israelense reagiu com dureza incomum contra um líder municipal americano.
De fato, o Ministério das Relações Exteriores de Israel classificou a decisão como “gasolina antissemita em fogo aberto”. Em outras palavras, Jerusalém acusa Mamdani de abandonar a definição de antissemitismo da IHRA e suspender restrições ao boicote contra Israel. Sem dúvida, a reação evidencia a tensão crescente entre progressistas americanos e o governo israelense.
Posse simbólica marca nova era na política municipal
Mamdani foi empossado sobre dois Alcorões de família, em cerimônia que contou com a presença do senador Bernie Sanders. Nesse sentido, o veterano político de Vermont abandonou seu icônico visual de luvas para prestigiar o aliado ideológico. Certamente, a presença de Sanders reforça o avanço da ala progressista no cenário político americano.
Casa Branca intensifica ações em segurança e imigração
Por outro lado, a administração Trump segue ampliando sua agenda doméstica. Além disso, o presidente estuda enviar a Guarda Nacional para grandes cidades em 2026, enquanto cinco mudanças significativas na política migratória já entraram em vigor. Dessa forma, o governo federal consolida uma postura mais rígida em fronteiras e segurança interna.
Ameaças terroristas e tensões globais em destaque
Paralelamente, o FBI desarticulou um suposto plano terrorista inspirado no ISIS que visava um supermercado na Carolina do Norte durante a véspera de Ano Novo. O suspeito, Christian Sturdivant, de apenas 18 anos, foi acusado de fornecer apoio material a organização terrorista estrangeira. Portanto, a ameaça doméstica permanece como preocupação central das autoridades.
No cenário internacional, assim sendo, analistas avaliam opções americanas além da intervenção militar contra o Irã, enquanto as tensões com a China em torno de Taiwan se intensificam. Finalmente, o Congresso enfrenta disputas internas que podem redefinir o controle legislativo nas eleições de 2026, tornando o panorama político ainda mais imprevisível.
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