Primeiramente, uma embarcação colossal de 176 metros está sendo preparada na Inglaterra para integrar a frota militar do Brasil. De fato, o NDM Oiapoque representa a maior aquisição naval brasileira dos últimos anos, com previsão de chegada ao país em outubro de 2026. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, esteve pessoalmente em Plymouth nesta terça-feira (3) para inspecionar os avanços da revitalização.
Certamente, a visita não foi protocolar. Múcio percorreu as instalações do navio, acompanhou demonstrações técnicas e reconheceu publicamente o trabalho dos militares destacados no projeto. “Saio daqui com muito orgulho. Vou relatar ao Presidente da República o quanto esse esforço está sendo bem empregado”, declarou o ministro.
Versatilidade que vai da guerra ao socorro humanitário
Em outras palavras, o Oiapoque não é apenas uma máquina de combate. Além disso, o ministro destacou que a embarcação atende múltiplas funções: defesa territorial, abastecimento naval, operações fluviais e, surpreendentemente, assistência direta a comunidades ribeirinhas. Dessa forma, hospitais de campanha, ambulâncias, medicamentos e alimentos podem ser transportados simultaneamente.
Modernização estende vida útil por duas décadas
Nesse sentido, o processo de revitalização abrange sistemas de comando, controle, comunicações, propulsão e geração de energia. Consequentemente, segundo o Capitão de Fragata Antonio de Barcellos Neto, futuro comandante, essas melhorias garantem pelo menos vinte anos adicionais de operação segura. Por outro lado, militares brasileiros participam de treinamentos intensivos conduzidos pela Royal Navy britânica.
Capacidade impressionante em números absolutos
Assim sendo, o navio desloca 18 mil toneladas, alcança 34 km/h e opera duas aeronaves de grande porte. Portanto, com tripulação de 290 militares e capacidade para 700 combatentes, será o segundo maior da Esquadra, superado apenas pelo NAM Atlântico. A embarcação também transporta carros de combate e viaturas blindadas.
Tradição histórica batiza o quinto navio Oiapoque
Finalmente, sem dúvida, a escolha do nome reafirma a tradição da Marinha de homenagear referências nacionais. Esta é a quinta embarcação a carregar essa designação, fortalecendo o vínculo com a soberania e a identidade brasileira nos oceanos.
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