Tim Cook está cansado. Aos 65 anos, após 14 anos transformando a Apple em uma das empresas mais valiosas do mundo (avaliação atual: US$ 3,5 trilhões), o CEO disse a líderes seniores que quer reduzir sua carga de trabalho. E a Apple acelerou os preparativos para sua eventual saída. O nome que emergiu como favorito

A Apple sem Tim Cook: quem herda o trono?

Primeiramente, imagine liderar uma corporação avaliada em US$ 3,5 trilhões. Agora, imagine escolher quem ocupará sua cadeira. De fato, é exatamente esse o desafio que Tim Cook enfrenta aos 65 anos, após sinalizar a líderes seniores o desejo de reduzir seu ritmo de trabalho.

Consequentemente, a companhia acelerou os planos de transição. O nome mais cotado? John Ternus, veterano de 50 anos responsável pela engenharia de hardware. Ou seja, o arquiteto por trás dos chips Apple Silicon e do recente iPhone Air.

O perfil do favorito divide opiniões internas

Sem dúvida, Ternus acumula credenciais robustas desde 2001. Além disso, supervisionou a transição histórica dos processadores Intel para silício proprietário. Certamente, poucos conhecem tão bem a cadeia produtiva global da empresa.

Em contraste, seis ex-funcionários relataram ao New York Times que ele é reconhecido mais por manter produtos do que por inventar categorias inéditas. Nesse sentido, um ex-engenheiro resumiu: “Para produzir iPhones anuais, Ternus é perfeito.” A frase, portanto, soa mais como ressalva do que elogio.

Gestão impecável ou visão transformadora?

Por outro lado, a Apple enfrenta dilemas urgentes. A corrida da inteligência artificial generativa avança com OpenAI e Google na dianteira. Dessa forma, um sucessor conservador precisaria provar capacidade de ousadia estratégica em território desconhecido.

Assim sendo, outros candidatos surgem: Craig Federighi no software, Eddy Cue em serviços e Greg Joswiak no marketing. Nenhum, porém, reúne consenso absoluto para o cargo.

Cook pode assumir a presidência do conselho

Finalmente, a transição deve seguir modelo semelhante ao de Bezos na Amazon. Isto é, Cook assumiria a presidência do conselho, garantindo continuidade estratégica enquanto o novo líder conduz operações diárias.

Em outras palavras, a decisão esperada para início de 2026 revelará se a Apple aposta na segurança operacional ou na reinvenção radical. O destino da empresa mais valiosa do planeta, portanto, depende dessa resposta.

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