
Washington vive uma semana de turbulência sem precedentes. Primeiramente, o depoimento de Hillary Clinton sobre o caso Jeffrey Epstein incendiou o Congresso, enquanto disputas sobre imigração, poder de guerra e eleições dominam os bastidores do poder americano. De fato, raramente tantas frentes de conflito estiveram abertas ao mesmo tempo na política dos Estados Unidos.
Além disso, o discurso do Estado da União de Donald Trump atraiu 32,6 milhões de telespectadores — quatro milhões a menos que no ano anterior —, mas gerou ondas de choque que ainda reverberam em todas as esferas do governo. Consequentemente, democratas e republicanos travam batalhas simultâneas que redesenham o cenário político americano.
Caso Epstein Coloca os Clinton Sob Pressão Máxima
Hillary Clinton atacou duramente o Comitê de Supervisão da Câmara, classificando a investigação como “teatro político partidário” e acusando os republicanos de promoverem um “encobrimento”. Em contraste, o presidente do comitê, James Comer, declarou à Newsmax que a ex-secretária de Estado transferiu repetidamente perguntas para o marido, o ex-presidente Bill Clinton. Por outro lado, Hillary afirmou ter “100% de confiança” de que Bill não tinha conhecimento dos crimes de Epstein.
Nesse sentido, a representante Lauren Boebert reforçou que Clinton foi “evasiva” durante todo o depoimento. Senadores republicanos também pressionaram a procuradora-geral Pam Bondi para liberar todos os arquivos relacionados a Epstein que mencionem Trump.
Imigração e Eleições Dividem o Congresso
O Departamento de Justiça processou cinco estados adicionais por não fornecerem listas de registro eleitoral. Dessa forma, a pressão sobre legislações de identificação de eleitores se intensifica, embora o projeto SAVE America Act pareça estagnado no Senado. Certamente, o tema imigratório segue favorecendo os republicanos: segundo o analista Harry Enten da CNN, eleitores confiam mais em Trump nessa questão.
Em Denver, o prefeito Mike Johnston assinou ordem executiva protegendo manifestantes contra o ICE e autorizando a detenção de agentes federais que usem força letal. Sem dúvida, essa medida acirra o confronto entre governos locais e a administração federal.
Ameaças Externas e Poderes de Guerra em Debate
O deputado Warren Davidson tornou-se o segundo republicano a apoiar uma resolução limitando o poder militar unilateral de Trump contra o Irã. Paralelamente, o Tesouro americano ameaçou bloquear o banco suíço MBaer Merchant Bank AG por vínculos com atores sancionados do Irã e da Rússia. Assim sendo, a política externa permanece como campo minado para a Casa Branca.
Por exemplo, o líder interino da Venezuela pediu a Trump o fim das sanções, chamando os dois países de “amigos” após a captura de Nicolás Maduro. Isto é, antigos adversários buscam agora reaproximação diplomática.
Melania Trump Faz História nas Nações Unidas
A primeira-dama Melania Trump presidirá uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, tornando-se a primeira esposa de presidente a ocupar essa posição. Portanto, a família Trump amplia sua influência institucional em territórios inéditos para primeiras-damas americanas.
Finalmente, a secretária de Segurança Nacional, Kristi Noem, alertou que a paralisação do DHS compromete a segurança da Copa do Mundo de 2026 e das celebrações dos 250 anos dos Estados Unidos. Em outras palavras, o caos político não ameaça apenas Washington — ele coloca em risco eventos que envolvem o mundo inteiro.
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