Primeiramente, uma operação conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz resultou na apreensão de um jovem de 16 anos na última terça-feira (18). De fato, o adolescente é apontado como coautor do crime que vitimou João Lucas Pereira Alves, de apenas 17 anos, no bairro Segato, em Aracruz.
O assassinato ocorreu no dia 26 de outubro deste ano, quando a vítima foi atingida por múltiplos disparos de arma de fogo. Consequentemente, a DHPP iniciou uma investigação detalhada para identificar todos os responsáveis pelo crime brutal.
Abordagem policial ocorreu sem resistência
Os agentes da Polícia Civil do Espírito Santo localizaram o suspeito enquanto ele caminhava por uma via pública no bairro Portelinha, também em Aracruz. Nesse sentido, a abordagem transcorreu de forma pacífica, sem qualquer tipo de confronto. Além disso, os investigadores descobriram que já existia um mandado de internação pendente contra o menor por envolvimento em outras infrações anteriores.
Confissão revelou detalhes do crime violento
Durante o depoimento prestado às autoridades, o adolescente admitiu ter disparado seis vezes contra a vítima. Em outras palavras, ele confessou participação direta no homicídio. Certamente, o dado mais alarmante foi a revelação de que um dos projéteis atingiu a cabeça de João Lucas, sendo esse o disparo fatal.
Jovem foi encaminhado ao sistema socioeducativo
Dessa forma, após a apreensão e o registro do depoimento, o menor foi conduzido ao Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases) Norte. Portanto, ele permanece internado e à disposição do Poder Judiciário para as medidas legais cabíveis.
Investigações buscam identificar outros envolvidos
Por outro lado, o trabalho investigativo da DHPP de Aracruz ainda não está encerrado. Assim sendo, as diligências continuam em andamento com o objetivo de localizar e identificar os demais participantes do homicídio. Sem dúvida, a apreensão do adolescente representa um avanço significativo, porém as autoridades reforçam que outros suspeitos ainda estão sendo procurados.
Finalmente, a Polícia Civil solicita que qualquer informação relevante sobre o caso seja repassada de forma anônima. O compromisso com a segurança pública em Aracruz segue como prioridade para as equipes envolvidas na apuração.
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