Primeiramente, uma história de protagonismo estudantil tem chamado a atenção em Linhares, no Espírito Santo. Na EEEFM Professora Regina Banhos Paixão, o estudante Kauã dos Santos Moreira, público-alvo da Educação Especial, assumiu papel central na criação de uma encenação teatral sobre direitos humanos. De fato, ele próprio reuniu colegas e conduziu a construção do espetáculo.
A apresentação integrou um conjunto de ações pedagógicas que unem combate ao racismo, filosofia em quadrinhos e produção cultural. Dessa forma, a escola se consolida como referência em formação cidadã e valorização da diversidade no município.
Lei antirracismo vira tema de mobilização escolar
O Comitê Antirracista “Nossos Passos Vêm de Longe” promoveu atividade educativa sobre a Lei 7.716/1989, que tipifica o crime racial. Nesse sentido, os estudantes realizaram leitura coletiva do texto legal e debateram seu conteúdo em sala. Posteriormente, confeccionaram plaquinhas com a frase “Eu já falei 7.716: racismo é crime”, espalhadas por toda a instituição.
Além disso, a eletiva Conecta Cena apresentou a encenação teatral sobre enfrentamento ao racismo. Segundo os professores, Kauã trouxe para o palco seu desejo genuíno de proteger e cuidar das pessoas, demonstrando envolvimento exemplar.
Filosofia ganha vida em HQs criadas por alunos
Paralelamente, turmas da 1ª e 3ª séries do Ensino Médio desenvolveram histórias em quadrinhos filosóficas inspiradas em pensadores como Djamila Ribeiro, Bell Hooks, Platão, Simone de Beauvoir e Byung-Chul Han. Ou seja, grandes questões do pensamento universal ganharam linguagem acessível e visual.
Os alunos utilizaram recursos variados, desde lápis de cor até plataformas digitais como Canva e chatbots. Consequentemente, as produções foram reunidas em um e-book compartilhado com toda a comunidade escolar.
Professor destaca proximidade da filosofia com os jovens
“As produções mostraram que a filosofia pode estar presente de um jeito simples e próximo da realidade dos jovens, gerando boas conversas e trocas entre a turma”, afirmou o professor Daniel Conceição de Araújo. Certamente, iniciativas assim comprovam que a escola pública é espaço potente de transformação social.
Finalmente, ambos os projetos evidenciam como educação antirracista e pensamento crítico caminham juntos. Assim sendo, a Regina Banhos Paixão reafirma seu compromisso com uma aprendizagem que forma cidadãos conscientes e atuantes.
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