Estudantes de Cachoeiro de Itapemirim produzem biojoias em projeto que integra saberes tradicionais, ciência e sustentabilidade

Biojoias na escola: alunos criam arte com sementes e raízes

Primeiramente, imagine transformar sementes, fibras e cascas em peças artísticas carregadas de significado cultural. De fato, foi exatamente isso que jovens de Cachoeiro de Itapemirim realizaram ao mergulhar em um projeto escolar que uniu ancestralidade, criatividade e consciência ambiental de maneira surpreendente.

A experiência aconteceu na EEEFM Fraternidade e Luz, por meio da eletiva “Entre Contas e Raízes”, conduzida pelas educadoras Kelly Pinheiro dos Santos e Raquel Dias Malek Goulart. Nesse sentido, a proposta conectou Biologia e Arte para valorizar saberes de povos originários e comunidades tradicionais.

Saberes ancestrais ganham vida nas mãos dos jovens

Durante o percurso formativo, os participantes investigaram origens e simbologias das biojoias, além disso, exploraram técnicas artesanais indígenas voltadas à sustentabilidade. Consequentemente, cada peça autoral refletiu o uso consciente de recursos naturais aliado à expressão artística individual.

Visita a aldeia indígena ampliou repertório cultural

Os estudantes realizaram uma imersão pedagógica na Aldeia Temática Tekoá Mirim, em Aracruz. Dessa forma, conheceram práticas culturais indígenas e compreenderam o manejo responsável dos materiais empregados na confecção das biojoias. Sem dúvida, a vivência fortaleceu o vínculo entre teoria e prática.

Empreendedorismo despertou visão de futuro nos alunos

Por outro lado, o projeto também contemplou formação empreendedora. Uma palestra do Sebrae sobre protagonismo estimulou autonomia e iniciativa. A estudante Yasmim Dillem da Silva Assad destacou: “Transformamos peças em produtos e conseguimos uma boa renda. Foi muito legal!”

Resultados que inspiram novas práticas pedagógicas

Certamente, os ganhos ultrapassaram a sala de aula. Houve fortalecimento da consciência ambiental, aprimoramento em pesquisa e ampliação do repertório cultural. A professora Kelly Pinheiro ressaltou que “tradição e ciência caminham juntas na construção de novos saberes”.

Finalmente, a experiência comprova que a escola pública pode ser espaço de inovação. Assim sendo, projetos como este demonstram que valorizar raízes culturais e promover economia criativa são caminhos poderosos para uma educação verdadeiramente transformadora.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Sedu
E-mail: comunicacaosedu@sedu.es.gov.br
Telefones: (27) 3636-7888 / 3636-7707

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