Primeiramente, uma operação da Cesan revelou um esquema de grande proporção envolvendo o furto de água na região de Cachoeirinha, em Guarapari. A descoberta, feita na terça-feira (30), expôs ligações clandestinas que desviavam recursos hídricos sem qualquer autorização da companhia.
De fato, a dimensão da irregularidade surpreendeu as equipes técnicas. O desvio atendia um haras, diversos sítios e cerca de 500 moradias, comprometendo seriamente o equilíbrio do sistema de distribuição em várias áreas do município.
Vandalismo contra equipes e sabotagem do sistema
Além disso, a situação escalou para atos de violência. Veículos da Cesan foram destruídos durante a operação, e o sistema de captação sofreu sabotagem deliberada por parte de moradores. Consequentemente, o trabalho de fiscalização precisou ser reforçado para garantir a segurança dos profissionais envolvidos.
Dessa forma, a companhia tomou medidas imediatas e realizou o corte do fornecimento nos pontos irregulares identificados. A decisão, respaldada pela legislação vigente, gerou insatisfação entre alguns moradores beneficiados pelas ligações clandestinas.
Abastecimento coletivo é prioridade da operação
Por outro lado, a Cesan reforça que a intervenção foi indispensável para preservar o abastecimento de água da população regularizada. Nesse sentido, o desvio ilegal provoca instabilidade na rede, especialmente durante períodos de alta demanda, prejudicando milhares de famílias que pagam corretamente suas contas.
Certamente, a prática configura crime previsto em lei e afeta diretamente toda a coletividade. Ou seja, cada ligação clandestina reduz a pressão e o volume disponível para os demais consumidores da região.
Monitoramento segue para evitar novos desvios
Assim sendo, equipes técnicas permanecem em campo realizando monitoramento contínuo da rede de distribuição. A companhia anunciou que adotará as mesmas providências em outros locais onde situações semelhantes forem detectadas.
Finalmente, a Cesan alerta que o furto de água em Guarapari não será tolerado. Sem dúvida, a fiscalização rigorosa representa o caminho para garantir estabilidade no abastecimento e justiça para os consumidores que cumprem suas obrigações.
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