84% de alta: Sindan renova liderança para 2026-2028

Primeiramente, o setor de saúde animal brasileiro inicia 2025 com uma mudança estratégica de comando. O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) oficializou a posse de sua nova Diretoria Executiva e Conselho Consultivo, com mandato válido até 2028.

De fato, a cerimônia ocorreu no dia 2 de janeiro, consolidando uma transição planejada após seis anos de gestão que resultaram em crescimento acumulado de 84% no faturamento do segmento. Dessa forma, a nova equipe herda resultados expressivos e o desafio de manter essa trajetória ascendente.

Fernando de Mori assume o comando da entidade

O executivo da CEVA, Fernando Luiz de Mori, foi eleito presidente do Sindan. Além disso, Kleber Cesar Silveira Gomes, da Ourofino, ocupa a 1ª vice-presidência, enquanto Laura Yaneth Villarreal Buitrago, da MSD Saúde Animal, assume como 2ª vice-presidente. Consequentemente, a composição reflete a pluralidade das companhias que movimentam o mercado nacional.

Hugo Scanavini Neto, da Vaxxinova, atua como diretor Tesoureiro, e Luis Xavier Rojas, da Zoetis, exerce a função de diretor Secretário. Em outras palavras, grandes players globais e nacionais dividem a responsabilidade de representar o setor.

Diálogo regulatório é prioridade da nova gestão

Segundo Emilio Salani, vice-presidente executivo do Sindan, a continuidade das ações estratégicas permanece como eixo central. Nesse sentido, ele destaca que a estabilidade institucional favorece a previsibilidade regulatória e fortalece o suporte às empresas associadas.

Por outro lado, os desafios sanitários e produtivos exigem atuação técnica qualificada junto aos órgãos governamentais. Certamente, a articulação entre indústria, reguladores e sociedade civil será determinante para os próximos três anos.

Legado robusto impulsiona o próximo triênio

A gestão anterior, liderada por Delair Bolis, consolidou a saúde animal como pilar estratégico da agropecuária brasileira. Assim sendo, o crescimento de 84% não representa apenas números, mas o reconhecimento da relevância do setor para a segurança sanitária e o bem-estar animal no país.

Finalmente, a expectativa é que o triênio 2026-2028 amplie o diálogo com a sociedade e fortaleça ainda mais a indústria de saúde animal. Sem dúvida, o Brasil segue como protagonista global nesse segmento estratégico.

Fonte: Sindan

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