
De robôs que batem mais carros do que humanos a inteligências artificiais que falham em proteger crianças, o cenário tecnológico de fevereiro de 2026 revela um setor em plena turbulência. Além disso, gigantes como Meta, Tesla e Netflix protagonizam disputas judiciais, escândalos de segurança e confrontos geopolíticos que redesenham o futuro digital.
Primeiramente, vale destacar que Mark Zuckerberg subiu ao banco das testemunhas em Los Angeles para defender a Meta em um processo histórico sobre vício em redes sociais entre jovens. O CEO afirmou que se preocupa “com o bem-estar de adolescentes e crianças”, porém documentos internos revelados pelo estado do Novo México mostram que um chatbot da empresa falhou em quase 70% dos testes de segurança infantil contra exploração sexual.
Tesla robotáxi: quatro vezes mais acidentes
Em contraste com as promessas de segurança autônoma, a frota de robotáxis da Tesla em Austin, Texas, registrou uma taxa de colisões quatro vezes superior à de motoristas humanos, segundo dados reportados a reguladores federais. Por outro lado, a montadora de Elon Musk conseguiu evitar uma suspensão de vendas de 30 dias na Califórnia ao ajustar a forma como divulga suas tecnologias de assistência ao motorista.
Netflix declara guerra à ByteDance chinesa
Consequentemente, o embate entre Hollywood e a inteligência artificial chinesa se intensificou. A Netflix ameaçou a ByteDance com “litígio imediato” por violação de direitos autorais. De fato, Disney e Paramount-Skydance também enviaram notificações extrajudiciais à empresa chinesa após a viralização de vídeos hiperrealistas gerados pela ferramenta Seedance 2.0. Nesse sentido, o roteirista de Deadpool & Wolverine alertou que Hollywood será “dizimada” pela tecnologia.
Governo Trump aperta o cerco sobre Big Tech
Dessa forma, a administração Trump intensificou ações regulatórias em múltiplas frentes. A FTC ampliou sua investigação sobre a Microsoft por práticas de empacotamento de software de IA e segurança. Além disso, o governo estuda obrigar empresas de tecnologia a arcar com todos os custos de energia e água de seus data centers de inteligência artificial, em meio à alta nos preços de eletricidade.
Espionagem e censura digital pelo mundo
Certamente, as preocupações com vigilância digital ultrapassam fronteiras. A Polônia proibiu carros fabricados na China em bases militares por temor de espionagem. Sem dúvida, o caso mais alarmante envolve a Nigéria, que abriu investigação contra o aplicativo Temu por supostamente espionar consumidores. O Gabão, por sua vez, bloqueou redes sociais alegando ameaça à segurança nacional.
IA transforma Hollywood e o mercado de trabalho
Finalmente, a revolução da inteligência artificial avança em ritmo acelerado. Mustafa Suleyman, chefe de IA da Microsoft, previu que a maioria dos empregos administrativos será automatizada em até 18 meses. O roteirista de Pulp Fiction, Roger Avary, já abraçou a tecnologia ao fundar uma produtora baseada em IA. Assim sendo, a Western Digital esgotou todo o estoque de discos rígidos de 2026 devido à demanda voraz dos data centers, confirmando que a corrida pela inteligência artificial está longe de desacelerar.
Em outras palavras, o ano de 2026 consolida um cenário onde regulação, segurança infantil e soberania tecnológica se tornaram os campos de batalha definitivos entre governos, corporações e a sociedade civil.
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