Primeiramente, uma operação policial realizada na última sexta-feira (19) revelou um arsenal escondido dentro de um cofre residencial no bairro Vila dos Professores, em Guaçuí. De fato, a descoberta de uma pistola calibre .40 acompanhada de 23 munições reforça a importância das medidas judiciais de proteção às vítimas de violência doméstica.
Em outras palavras, enquanto o proprietário da arma tentava manter o armamento oculto, a Justiça já havia determinado a busca e apreensão do material bélico. Consequentemente, equipes da Delegacia de Guaçuí cumpriram a ordem judicial sem demora.
Investigação começou no Rio de Janeiro
Nesse sentido, é importante destacar que o caso teve origem em outro estado. O dono da arma, um homem de 32 anos, já respondia a investigações conduzidas pela Delegacia de Italva, no Rio de Janeiro. Ou seja, os crimes de ameaça e violência psicológica contra sua ex-companheira já estavam sob apuração fluminense.
Além disso, medidas protetivas de urgência já haviam sido deferidas pela Justiça em favor da vítima. Portanto, a apreensão da pistola representou um passo decisivo para garantir a segurança da mulher ameaçada.
Delegada detalha ação rápida no local
A titular da DP de Guaçuí, delegada Yasmin Fassarella, explicou como a operação transcorreu. Segundo ela, assim que a ordem judicial foi expedida, as equipes se deslocaram imediatamente até o endereço indicado. Dessa forma, os agentes localizaram a arma de fogo guardada no interior de um cofre na residência.
Por outro lado, o investigado não estava presente no momento da diligência. Certamente, sua ausência não impediu o cumprimento integral do mandado de busca e apreensão determinado pelo Poder Judiciário.
Proteção à vítima motivou toda a operação
Sem dúvida, o objetivo central da ação foi resguardar a vida e a integridade física da ex-companheira do suspeito. Assim sendo, a retirada do armamento eliminou um risco concreto de violência letal contra a mulher protegida pelas medidas judiciais.
Finalmente, as investigações continuam sob responsabilidade da Delegacia de Italva, no Estado do Rio de Janeiro, que conduz o inquérito sobre os crimes de ameaça e violência psicológica. O caso evidencia, de fato, a eficiência da cooperação entre forças policiais de diferentes estados no combate à violência doméstica.
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