Um homem de 46 anos foi preso preventivamente nesta segunda-feira (29), em Vitória, após investigações revelarem um cenário perturbador de violência sexual contra duas crianças. Primeiramente, cabe destacar que as vítimas, uma menina de 10 anos e um menino de apenas 4, conviviam sob o mesmo teto que o agressor.
De fato, o caso só veio à tona porque a menina encontrou coragem para relatar os abusos durante atendimento na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Consequentemente, a operação policial foi deflagrada com urgência para capturar o suspeito.
Agressor esperava a mãe adormecer para agir
Durante a escuta especializada conduzida pelo setor psicossocial da DPCA, a menina detalhou que o investigado aproveitava os momentos em que a mãe das crianças estava dormindo para cometer os crimes. Além disso, a vítima revelou ter presenciado o homem praticando abuso sexual contra seu irmão mais novo, de 4 anos.
Nesse sentido, o delegado Marcelo Cavalcanti, titular da DPCA, explicou que ameaças de morte mantinham a criança em silêncio. Ou seja, a mãe desconhecia completamente os abusos até o momento do registro da ocorrência policial. Por outro lado, a violência contra o menino só foi comunicada à genitora pela profissional que atendeu a irmã.
Prisão preventiva foi decretada pela gravidade
Diante da brutalidade dos fatos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do suspeito. Dessa forma, o homem responderá por estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, e também por ameaça, conforme o artigo 147. Sem dúvida, a combinação desses crimes evidencia a periculosidade do investigado.
Equipes localizaram o suspeito rapidamente
As equipes da Polícia Civil do Espírito Santo lograram êxito em localizar e deter o acusado. Assim sendo, após os procedimentos necessários, ele foi encaminhado à 1ª Delegacia Regional de Vitória para triagem e posterior ingresso no sistema prisional.
Finalmente, é importante ressaltar que os nomes dos envolvidos e a localização exata dos fatos não são divulgados, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (Ecriad), garantindo assim a proteção integral das vítimas. Certamente, casos como este reforçam a importância de denunciar qualquer suspeita de abuso infantil.
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