Primeiramente, é preciso relembrar que o ataque às sedes dos Três Poderes, ocorrido em 8 de janeiro de 2023, deixou marcas profundas na democracia brasileira. Nesta quinta-feira (8), completam-se três anos daquele episódio que resultou em destruição massiva do patrimônio público.
De fato, o Senado Federal precisou desembolsar aproximadamente R$ 2,3 milhões para recuperar os estragos causados pelos invasores. Além disso, a instituição promoveu uma verdadeira revolução em seus protocolos de proteção.
1. Inspeção obrigatória para todos os visitantes
Consequentemente ao ataque, a Primeira Secretaria editou o Ato 1/2023, que determina a passagem obrigatória por pórticos detectores e equipamentos de raio-x. Dessa forma, colaboradores e visitantes passaram a seguir regras rígidas de acesso ao Palácio do Congresso Nacional.
2. Blindagem física contra novos ataques
Em outras palavras, o Senado investiu em películas antivandalismo instaladas nos principais pontos de entrada do edifício. Certamente, essa medida visa impedir que depredações semelhantes voltem a ocorrer nas dependências da Casa.
3. Equipamentos para controle de distúrbios civis
Nesse sentido, a instituição adquiriu aparatos específicos para enfrentamento de tumultos. Por outro lado, também houve investimento significativo na modernização dos sistemas de segurança e infraestrutura tecnológica já existentes.
4. Treinamento especializado da Polícia Legislativa
Os agentes receberam capacitação em áreas estratégicas, por exemplo, formação em operações químicas, técnicas de inteligência e condução de cães farejadores. Assim sendo, o efetivo está mais preparado para situações extremas.
5. Reforço no efetivo com mais de 160 policiais
Portanto, ao longo dos últimos dois anos, o Senado convocou mais de 160 novos policiais legislativos aprovados em concurso público. Sem dúvida, essa ampliação representa o maior reforço no contingente da Casa em anos recentes.
Prejuízo milionário exigiu restauração completa
Os gastos incluíram reparos estruturais, restauração de tapeçarias históricas, recuperação de objetos musealizados e reposição de equipamentos de informática. Isto é, praticamente todos os setores do Complexo Arquitetônico sofreram danos que demandaram intervenção profissional especializada.
Finalmente, três anos depois, o Senado Federal emerge como uma instituição significativamente mais protegida. O investimento milionário em reparos e as cinco transformações implementadas demonstram que a resposta institucional foi firme diante da maior ameaça à democracia brasileira neste século.
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