Uma operação integrada entre forças de segurança e órgãos fiscalizadores revelou, na manhã da última quinta-feira (13), a existência de um laticínio clandestino funcionando em condições precárias no distrito de Imburana, município de Ecoporanga. Primeiramente, o que chamou a atenção das autoridades foi o armazenamento irregular de leite bovino em um depósito às margens da estrada que conecta a sede do município ao distrito.
Consequentemente, cerca de 400 litros de leite foram apreendidos e descartados sob rigorosa supervisão sanitária, uma vez que o produto apresentava sério risco de contaminação ao consumidor final.
Vestígios de adulteração encontrados no local
Durante a fiscalização, os agentes identificaram diversas irregularidades graves no estabelecimento. De fato, foram encontrados vestígios de materiais e substâncias frequentemente utilizados para adulterar leite bovino. Além disso, resfriadores estavam em pleno funcionamento, sendo que um deles armazenava grande volume do produto sem qualquer controle sanitário adequado.
Dessa forma, representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinaram a lacração imediata dos depósitos e de todas as áreas de armazenamento. Ou seja, o estabelecimento teve suas atividades completamente suspensas por tempo indeterminado.
Inquérito policial foi aberto para investigar crimes
A ação contou com a participação da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Ecoporanga, em conjunto com a Polícia Militar do Espírito Santo. Nesse sentido, o delegado Kleber Freitas de Almeida esclareceu que a operação visou, sobretudo, proteger a saúde pública e assegurar a qualidade dos alimentos consumidos pela população local.
Por outro lado, o titular da delegacia destacou que não havia situação de flagrante delito no momento da fiscalização. Assim sendo, foi instaurado um inquérito policial por portaria para apurar os possíveis crimes atribuídos ao responsável pelo laticínio clandestino.
Proteção ao consumidor motivou toda a operação
Certamente, a descoberta reforça a importância de fiscalizações constantes em estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal. Finalmente, as autoridades alertam a população para que denuncie atividades suspeitas relacionadas à produção e venda irregular de alimentos, contribuindo para a segurança alimentar de toda a região.
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