Primeiramente, imagine estudantes percorrendo ruas, praças e instituições do próprio município com um olhar completamente renovado. Foi exatamente isso que aconteceu na EEEFM Horácio Plínio, em Bom Jesus do Norte, onde turmas da Educação de Jovens e Adultos mergulharam em uma experiência transformadora de reconexão com o território local.
De fato, o Projeto Integrador de Pesquisa e Articulação com o Território (Pipat) proporcionou aos participantes uma jornada semestral intensa. Sob o tema “Bom Jesus do Norte, eu gosto de você”, a iniciativa culminou em um evento repleto de apresentações, homenagens a moradores e entrega de certificados.
Pesquisa de campo fortalece vínculo com a comunidade
Dessa forma, os estudantes saíram da sala de aula para investigar a realidade ao redor. Além disso, realizaram entrevistas com moradores, produziram maquetes, compuseram músicas, registraram fotografias e assistiram a documentários sobre a cidade. A pedagoga Fabiana Thiebaut destacou que esse percurso envolveu visitas a praças, escolas e serviços públicos, ampliando significativamente a compreensão do espaço urbano.
Senso crítico gera demandas reais ao poder público
Consequentemente, o contato direto com a realidade municipal revelou necessidades concretas. Nesse sentido, os jovens elaboraram ofícios formais direcionados ao Poder Executivo, solicitando melhorias na iluminação pública, coleta de lixo e reforço no policiamento. Ou seja, o aprendizado ultrapassou os limites teóricos e gerou ação cidadã efetiva.
A professora de Língua Portuguesa Kamila Mozeli ressaltou que, por exemplo, a redação dos documentos oficiais permitiu exercitar a escrita formal enquanto desenvolvia protagonismo estudantil diante das autoridades competentes.
Pertencimento e cidadania como legado do projeto
Segundo o professor Leonir da Costa Pereira, responsável pelo componente Pipat, as atividades despertaram um genuíno sentimento de pertencimento. Certamente, ao homenagearem moradores escolhidos pelos próprios alunos, a turma demonstrou valorização das histórias que compõem a identidade local.
Finalmente, a experiência comprova que a educação conectada ao território transforma estudantes em cidadãos conscientes. Assim sendo, o projeto reafirma que aprender sobre o lugar onde se vive é, sem dúvida, o primeiro passo para transformá-lo.
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