Uma mulher de 66 anos decidiu romper o silêncio e procurar ajuda policial na madrugada dessa segunda-feira (17). De fato, o relato apresentado na Delegacia de Polícia de Ecoporanga revelou um cenário alarmante de violência psicológica e intimidações constantes praticadas pelo próprio companheiro, um homem de 59 anos.
Primeiramente, é importante destacar que o casal mantinha uma união estável há mais de dezoito anos. Ou seja, a vítima conviveu durante quase duas décadas com agressões emocionais sistemáticas, além de ameaças de morte proferidas de forma recorrente pelo investigado.
Vítima procurou delegacia durante a madrugada
Ao comparecer à unidade policial, a mulher detalhou o histórico de constrangimentos e terror psicológico ao qual era submetida diariamente. Nesse sentido, os agentes da Polícia Civil do Espírito Santo identificaram imediatamente a situação de flagrância, amparada pela Lei Maria da Penha. Consequentemente, uma equipe foi mobilizada com urgência para localizar o suspeito.
Suspeito foi localizado na própria residência
A diligência policial seguiu até a região central do município, onde os investigadores encontraram o homem em sua casa. Dessa forma, a prisão em flagrante foi efetuada sem intercorrências. Certamente, a rapidez da ação policial foi determinante para garantir a segurança da vítima naquele momento crítico.
Fiança arbitrada não foi paga pelo acusado
Em decorrência dos crimes e contravenções penais tipificados no contexto da legislação protetiva, a autoridade policial estipulou o pagamento de fiança. Por outro lado, o autuado não dispôs dos recursos necessários para efetuar o recolhimento do valor determinado. Assim sendo, ele permaneceu preso e foi encaminhado à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis.
Violência psicológica é crime previsto em lei
Finalmente, vale ressaltar que a violência psicológica contra a mulher constitui crime reconhecido pela legislação brasileira. Portanto, qualquer pessoa em situação semelhante deve procurar imediatamente uma delegacia ou ligar para o 180, canal de denúncia disponível 24 horas. Sem dúvida, denunciar é o primeiro passo para interromper o ciclo de abusos e preservar vidas.
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