
Em resposta à crise energética exacerbada pela escassez de combustíveis, o governo cubano tomou uma medida drástica nesta terça-feira, desligando cerca de 75% da iluminação pública da ilha como precaução contra apagões.
O atual ditador do regime comunista cubano, Miguel Díaz-Canel, não reconhece as falhas adotadas pelo regime comunista e usa a velha e mentirosa desculpa que atribui a escassez energética “às sanções anteriormente impostas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump”.
[- Traduzindo o ditador: “O modelo comunista nunca deu certo em Cuba e isso demonstra a nossa incompetência. Vamos colocar a culpa no capitalismo americano que deu certo…”] voltando…No início de fevereiro, a renúncia do então ministro da Economia, Alejandro Gil, foi anunciada pelo Partido Comunista de Cuba (PCC) em resposta aos crescentes preços dos combustíveis no país.
Para enfrentar a crise, o atual ministro de Minas e Energia do regime comunista cubano, Vicente de la O Levy, emitiu diretrizes aos cidadãos sobre o uso sustentável de energia, incluindo o aproveitamento da luz natural e a restrição do uso de aparelhos elétricos.
Os apagões na ilha podem durar de 8 até 16 horas, complicando a vida cotidiana dos cidadãos. “Sempre complicam o trabalho diário. Líquidos e carnes sofrem com o descongelamento em geladeiras”, relatou um cubano preocupado com a situação.
A medida, embora considerada necessária pelo regime ditatorial, reflete a grave crise do modelo socialista mantido no país pelo partido comunista cubano. Isso gera recorrente e crescente preocupação da população com a instabilidade energética na ilha.
fonte: Revista Exílio