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Separar o Bem do Mal, apenas causa incômodo nos Maus

Separar o JOIO DO TRIGO, incomoda a quem?

À primeira vista, deixamos claro que o objetivo dessa reflexão, não é ataca à pessoas, mas sim se levanta reflexões e pensamentos críticos, à cerca de comportamentos lesivos a terceiros, e a sociedade como um todo. Acima de tudo, quando se tentar ser justo, ao se separar pessoas de comportamentos lesivos à terceiros, de pessoas comuns, inócuas, ou que não prejudicam a sociedade, ou até mesmo pessoas boas. Tal ato de se separa o bem e o mal, causa apenas incômodo, naquelas pessoas que notoriamente tem em sua consciência intima, que elas praticam o mal. E muitas vezes, tais pessoas nocivas ao se deparar com criticas ao mal e elogios ao bem, tem reações psicológicas, que as denunciam, por meio de reações agressivas, desequilibradas e abruptas, ou mesmo reações premeditadas com agressividade passiva, tentado desqualificar as pessoas que criticam comportamentos, e não pessoas. Agindo como se elas tomassem para si, a critica ao comportamento maligno ou antiético, como uma agressão pessoal. Ou seja, dessa forma tomando quaisquer palavras de críticas às coisas erradas, como se fosse uma agressão direta e pessoal, diretamente direcionadas a elas.

Tendo em vista isso, e por meio dessa, desde já se deixa elucidado e bem esclarecido, que o objetivo dessa “provocação filosófica”, é apenas levantar análises críticas, e reflexivas, sobre o que é lesivo à sociedade, e sobre o que é inofensivo, ou até mesmo uma boa ação, e jamais sobe hipótese alguma, vir a agredir, denegrir ou detrair quem que seja.

Cientes disso, observe-se que frequentemente ao ouvir uma crítica a comportamentos ruins, as únicas pessoas que vão se doer, são justamente, aquelas que praticam esse ou esses comportamentos ruins. Muito provavelmente, por que elas entendam de uma forma deturpada, que a crítica a qualquer comportamento, seria uma espécie de indireta para ela. Como se diz popularmente: “Estariam vestindo a carapuça “. E muitas vezes, o objetivo é apenas chamar atenção para um comportamento ruim, e não para uma pessoa em especial.

QUANDO SE SEPARA “O JOIO DO TRIGO”, APENAS O JOIO SE DÓI, E ACHA RUIM. POIS O TRIGO, NÃO TEM MOTIVOS PARA SE DOER.

Sob o mesmo ponto de vista, é comum observarmos que quando as pessoas tem má-fé, e/ou tem por objetivo fazer algo perigoso, algo lesivo ao próximo, algo desonesto em relação à sociedade. A primeira coisa que elas fazem, é agir com a famosa desonestidade intelectual, alegando que se deva relativizar tudo sempre de forma deturpada e tendenciosa aos seus interesses. Tentando dessa maneira, afirmar maliciosamente, que “a honestidade e a desonestidade” seriam relativas. Que “o bem e o mal” seriam relativos. Que “o certo que o errado” seriam relativos. Mas basta compreendermos que “o certo e errado” para todo mundo, é uma questão simples: Basta apenas não fazer com outro, o que não queremos que façam conosco. Mas essa história é consideravelmente perigosa e tendenciosa, de se relativizar tudo por conveniência, apenas como desculpa para a prática de coisas erradas. E tal comportamento tem mergulhado sociedades inteiras, em um verdadeiro caos social, e destruindo bons princípios e valores, de ordem ética e moral, por causa deste pertenço relativismo tendencioso, sempre com os famosos: “dois pesos e duas medidas.” No entanto, quando algo considerado “mal ou mau” acontecem com um deles, num instante, os adeptos do relativos moral por conveniência, se livram dessa retórica, e instantaneamente sabem muito bem, o que deve ser certo, e o que deve ser errado.

Em suma, deixando claro que quando SE SEPARA “O JOIO DO TRIGO” com meras palavras e reflexões, e não com detrações e ataques à pessoas e/ou indivíduos, mas sim, apenas se questiona comportamentos, exercendo o direito constitucional assegurado pelo artigo 5 o. da Constituição Brasileira, que assegura à todos, a livre manifestação do pensar, e de se expressar. Desde que sem denegrir quem quer que seja, mas sim questionando comportamentos, ao se separar o que entende ser “o bem do mal”, “o justo do injusto”, “o certo do errado”, “o ético da antiético, “o moral do amoral”, e assim por diante. Apenas os maus se doem, e só os que o praticam o que esta sendo explicitado que se doem e retrucam. Justamente por se verem refletidos nas palavras citadas. Caso contrario, por que o fariam? E por consequência, por que retrucam, tentando atacar e detrair os que por ventura apenas proferem palavras aos quais se veem refletidos nelas?


Enfim, por isso não é incomum ver a chamada “corriola de rabo preso”, se denunciar ao “vestir a carapuça” como diz o ditado popular, onde muitas vezes, nem se sabe o por que, e com o que se doem, porem partem para atacar quem questiona comportamentos lesivos, como se nitidamente tivessem se defendendo, do que não estão sendo acusados. Praticamente se auto denunciado, com o típico comportamento de presunção de culpa.

Sobre Marcelo de Medeiros

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