Índice da atividade econômica supera expectativas

                O dado do Banco Central é considerado a prévia do PIB. Resultado foi impulsionado pelo aquecimento da economia brasileira e alta no setor de Serviços
A retomada da economia brasileira está superando as expectativas de especialistas. O Índice de Atividade Econômica do Brasil foi publicado na última quinta-feira (15) pelo Banco Central (BC) com alta de 1,17% em julho, em relação a junho de 2022. O resultado surpreendeu as expectativas do mercado, que esperavam um aumento de apenas 0,3% na comparação mensal.

Quando comparado com julho do ano passado, a alta chega a ser de 3,87% e, em 12 meses, de 2,09%. O dado é uma avaliação da evolução da atividade econômica brasileira e é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O índice incorpora informações dos três setores da economia: a Indústria; o Comércio e os Serviços e Agropecuária, além do volume de impostos.

O bom desempenho do setor de Serviços contribuiu para o resultado positivo, que, segundo o IBGE, representa 70% da economia e apresentou crescimento de 1,3%. Já o PIB brasileiro, vem apresentando um histórico de alta. Em 2021, cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. No primeiro semestre de 2022, o indicador já avançou 2,5%.

 

fonte: SECOM

Compartilhe essa publicação, clicando nos botões abaixo:

Sobre Redação

Portal Direto Noticias - Imparcial, Transparente e Direto | https://diretonoticias.com.br | Notícias de Guarapari, ES e Brasil. Ative as notificações ao entrar e torne-se um seguidor. Caso prefira receber notícias por email, inscreva-se em nossa Newsletter, ou em nossas redes:

Veja Também

Agro cresce em comercialização, mas gastos faz PIB do setor ter queda, diz levantamento do IBPT

Agro cresce em comercialização, mas gastos faz PIB do setor ter queda, diz levantamento do IBPT

Faturamento do setor foi de R$ 7,56 trilhões em 2023 O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) e sua spin-off Empresômetro realizaram uma pesquisa aprofundada sobre o agronegócio brasileiro, analisando o impacto de fatores como economia, finanças, clima e outros elementos externos sobre o setor. O estudo, intitulado “Agronegócio em Números”, apresenta o maior