Durante décadas, as indústrias farmacêutica, de nutrição veterinária e de tecnologias para saúde animal cresceram sobre inovação científica, escala industrial e expansão comercial.
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O modelo funcionou: o mercado pet consolidou-se, sofisticou-se e tornou-se resiliente globalmente.
Hoje, porém, um risco silencioso emerge: o distanciamento entre estratégia corporativa e realidade clínica-operacional, onde o valor real é criado. Gap observado globalmente (EUA, Europa, Japão, América Latina): inovação avança, mas adoção clínica e last-mile value creation não acompanham.

A VCM Advisors & Consulting chama isso de strategy–execution gap: planos excelentes perdem tração na complexidade real.
Falha clássica em market sensing e no “último quilômetro”: clínicas, hospitais, vets especializados.
Nos últimos 15 anos, a veterinária tornou-se altamente técnica e especializada — cenário equiparável à humana.
Pesquisa VCM: 70% dos vets brasileiros já trocaram produto por falta de evidência fresca de uso real.
A lógica generalista de produto/comunicação não dialoga mais com um mercado orientado à evidência prática.
Resultado recorrente: produtos superiores com baixa incorporação em protocolos; marketing caro e ineficiente; decisões baseadas em vendas, não em uso real; portfólios robustos perdendo espaço para soluções alinhadas ao dia a dia.
Não é fracasso de inovação — é perda de relevância clínica.
O Brasil destaca-se: um dos maiores mercados pet do mundo, com crescimento consistente e alto nível técnico.
Paradoxo: baixa integração estruturada entre indústria, prática clínica e gestão de serviços.
Mercados maduros têm advisory boards recorrentes e fóruns estratégicos; aqui predominam interações fragmentadas e comerciais.
Esse vácuo explica por que investimos e crescemos, mas aprendemos pouco e devagar com o próprio mercado.
O diagnóstico é prático: o problema raramente está na formulação estratégica — está nas bases de execução (maturidade de canais, integração distribuidor-equipes, coerência portfólio-discurso técnico).
Quando trabalhadas sistemicamente — governança, S&OP, gestão de portfólio, supply chain, C-Level as a Service —, análises VCM mostram ganhos >20% e ROI próximo de 1:3 como consequência natural.
O maior risco não é perder market share imediato, mas tornar-se clinicamente irrelevante sem perceber.
Relevância não se compra com mídia nem patrocínio superficial — exige escuta ativa, presença real e diálogo técnico.
Ecossistemas técnico-científicos integrados deixam de ser promocionais para virar inteligência estratégica: conectam indústria, vets e gestores, capturam decisões clínicas reais e recalibram estratégias com evidência prática.
Em mercado técnico e especializado, vence quem aprende mais rápido no ponto de cuidado.
O futuro não se define só por produtos, mas por maturidade organizacional, capacidade de escuta e velocidade de aprendizado.
O desafio não é crescer — é crescer mantendo relevância onde as decisões acontecem.
Se você atua na indústria farmacêutica veterinária, nutrição animal ou tecnologias para saúde animal e sente esse gap entre estratégia e execução, marque 15 minutos na minha agenda.
Já ajudei multinacionais a fechar essa brecha — integrando dados reais de consultório com S&OP e governança de canais —, entregando 25–40% de lift em adesão clínica sustentável, sem custo extra em marketing. Vamos mapear se o playbook gera esse ROI no seu organograma.
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