Nos últimos meses, uma sequência de movimentos chamou a atenção do mercado: trocas aceleradas de CEOs (Disney, Apple, empresas brasileiras…), conflitos entre fundadores e conselhos, decisões estratégicas revertidas em menos de um ano e empresas bilionárias tropeçando não por falta de capital, mas por excesso de inércia decisória.
O problema não está na execução. Está na governança.
O mundo corporativo entrou em um novo regime operacional. Inteligência artificial, pressão regulatória, mudanças geopolíticas, novas expectativas sociais e ciclos de negócio mais curtos transformaram o papel do conselho. Fiscalizar resultados passados já não basta.
Hoje, governança precisa antecipar riscos, testar hipóteses estratégicas e ajudar a organização a navegar incertezas que não cabem mais em comitês formais ou reuniões trimestrais.
O paradoxo é claro: nunca se exigiu tanto dos conselhos e nunca tantos conselheiros se sentiram tão inseguros para a decisão.
Muitos ainda operam com frameworks antigos, repertório desatualizado e pouca troca real entre pares. A consequência é um gap perigoso entre o que o negócio precisa decidir e o que o board consegue enxergar.
Esse descompasso aparece de várias formas: sucessões mal planejadas, decisões lentas em contextos que exigem velocidade, resistência a novos modelos de negócio, dificuldade de lidar com tecnologia e uma tendência crescente à aversão ao risco — justamente quando o risco maior é ficar parado.
Governança virou um fator competitivo. E, para algumas empresas, já virou fator de sobrevivência.
É por isso que o debate sobre conselhos está mudando de lugar. Não se trata mais de “boas práticas” no papel, mas de qualidade real de julgamento. De quem está sentado à mesa. Do nível da conversa. Da capacidade de questionar o óbvio, conectar sinais fracos e tomar decisões difíceis antes que o mercado obrigue.
Nesse novo cenário, conselheiros que não se atualizam ficam caros. Não financeiramente, mas estrategicamente.
E os mais disputados são justamente aqueles que mantêm um radar ativo, convivem com dilemas reais de outros líderes e entendem que governança hoje é exercício contínuo, não cargo vitalício.
É exatamente para isso que nós criamos o Board Community da StartSe, com lançamento previsto para 4 de março de 2026.
E como ele vai funcionar? O Board Community será um ecossistema fechado, entre pares, para conselheiros, CEOs e líderes experientes que sabem que a próxima vantagem competitiva não está em mais informação, está em melhores conversas, melhores perguntas e melhores decisões. São 12 meses de encontros e trocas presenciais e online. Uma jornada exclusiva, que inclui a simulação de um Board, para você sair preparado para a realidade.
Se o mundo mudou, o lugar onde você pensa governança também precisa mudar. A mesa certa faz toda a diferença.
Você, empresário, alta liderança ou já um conselheiro em atividade: conheça mais detalhes sobre o Board Community, veja quem estará nas trincheiras ao seu lado e faça a sua aplicação.
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