O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (29), a criação do Programa Nacional de Prevenção à Depressão (PL 4.712/2019). O projeto recebeu um texto substitutivo da senadora Leila Barros (PDT-DF), que foi relatora da matéria na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Como foi modificado no Senado, o projeto retorna para nova avaliação da Câmara dos Deputados.

Combate à Depressão Ganha Programa Nacional

O Senado Federal deu um passo decisivo na luta pela saúde mental dos brasileiros. Primeiramente, é importante destacar que os senadores aprovaram, na quarta-feira (29), um projeto de lei que institui o Programa Nacional de Prevenção à Depressão. A iniciativa promete transformar a forma como o país enfrenta uma das doenças que mais afeta a população.

De fato, a proposta original nasceu na Câmara dos Deputados, por autoria do ex-deputado Gil Cutrim (MA). Consequentemente, após receber alterações significativas no Senado, o texto precisará retornar à Câmara para uma nova análise antes de seguir para sanção presidencial.

Relatora Amplia Alcance das Ações Propostas

A senadora Leila Barros (PDT-DF), relatora na Comissão de Assuntos Sociais, elaborou um substitutivo que fortaleceu consideravelmente a proposta. Em outras palavras, o texto inicial previa a criação de uma Semana Nacional de Conscientização sobre a Depressão em outubro, além do programa em si. Por outro lado, a nova versão expandiu esse horizonte de maneira expressiva.

Nesse sentido, as ações deixaram de ficar restritas a um período específico do ano. Dessa forma, campanhas educativas e medidas preventivas passam a ser realizadas de modo permanente, garantindo continuidade no enfrentamento da doença ao longo de todos os meses.

Crianças e Adolescentes São Prioridade no Texto

Certamente, um dos pontos mais relevantes do substitutivo é o foco na prevenção voltada para jovens. Além disso, o programa prevê apoio direto a familiares de pessoas diagnosticadas com depressão e o combate ao preconceito social que ainda cerca os transtornos mentais.

O projeto também assegura educação continuada para profissionais de saúde e amplia o acesso à Rede de Atenção Psicossocial. Por exemplo, informações sobre diagnóstico, tratamento e políticas públicas serão amplamente divulgadas pelo Sistema Único de Saúde.

Próximos Passos Dependem da Câmara Federal

Assim sendo, a expectativa é que os deputados avaliem rapidamente as modificações propostas pelo Senado. Finalmente, caso aprovado sem novas alterações, o programa representará um marco histórico na política brasileira de saúde mental, beneficiando milhões de cidadãos que enfrentam a depressão diariamente.

Fonte: Agência Senado

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