Primeiramente, o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, realizou nesta quarta-feira (8) uma inspeção estratégica no Centro de Operações Conjuntas (COC), em Brasília. De fato, a visita ocorreu logo após passagens por Belém e Boa Vista, onde acompanhou exercícios de campo da Operação Atlas.
Dessa forma, o ministro pôde verificar pessoalmente como funciona o cérebro logístico por trás do maior exercício conjunto das Forças Armadas brasileiras neste ano. Ou seja, toda a cadeia de comando que conecta cerca de 10 mil militares espalhados pela Amazônia.
Sistema de comando coordena três Forças em tempo real
Durante a visita, autoridades detalharam ao ministro o funcionamento do COC. Nesse sentido, o Almirante Renato Rodrigues de Aguiar Freire destacou que a operação gera uma base de dados essencial para fortalecer a defesa nacional. Além disso, classificou a Atlas como um poderoso instrumento de dissuasão, demonstrando capacidade de resposta rápida do país.
Por outro lado, o Tenente-Brigadeiro Mário Sérgio da Costa enfatizou que a interoperabilidade entre equipamentos das três Forças depende diretamente do sistema de comando e controle. Consequentemente, o Brigadeiro José Roberto de Queiroz Oliveira explicou que relatórios operacionais chegam ao centro via satélite, garantindo integração segura dos dados.
Amazônia vira palco de operações táticas integradas
A terceira fase da Operação Atlas começou em 2 de outubro e segue até o dia 11, abrangendo Amapá, Amazonas, Pará e Roraima. Certamente, os exercícios mais impressionantes incluem o assalto aeroterrestre realizado em Roraima, com salto de paraquedistas a partir de aeronaves C-105 Amazonas.
Assim sendo, a Marinha executou manobras logísticas no Rio Amazonas utilizando o Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico. Em outras palavras, helicópteros UH-12 Esquilo realizaram reabastecimento vertical entre embarcações com ganchos de carga.
Integração entre infantaria e helicópteros surpreende
Finalmente, o Exército conduziu exercícios em Boa Vista combinando infantaria aeromóvel com força de helicópteros. Sem dúvida, essa coordenação reforça a capacidade brasileira de mobilização rápida em cenários complexos na região amazônica. Portanto, a Operação Atlas consolida-se como referência em defesa territorial integrada.
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